F (R) ASES (DES) FEITAS
«Quando gostamos muito de alguém temos de deixar essa pessoa partir. Se depois disso ela voltar é porque realmente quer ficar connosco (e terá valido a pena a separação)».
Mais ou menos assim. Mais ou menos no início do filme “Proposta Indecente”. Mais ou menos aplicável a muitas situações da (minha) vida, mesmo (ou principalmente!!) as não passionais. É o caso!!
O filme já vi há muitos, muitos anos. À frase, tenho-a ouvido a ecoar cá dentro nos últimos tempos.
(Sim, post muito personalizado… ou não! Ou não!)
Mais ou menos assim. Mais ou menos no início do filme “Proposta Indecente”. Mais ou menos aplicável a muitas situações da (minha) vida, mesmo (ou principalmente!!) as não passionais. É o caso!!
O filme já vi há muitos, muitos anos. À frase, tenho-a ouvido a ecoar cá dentro nos últimos tempos.
(Sim, post muito personalizado… ou não! Ou não!)

17 Comments:
Espero que seja mesmo personalizado, porque, de repente, pareceu-me uma despedida e não gostei nada.
Estrelinha,
Despedida?
Mas é que nem penses nisso!!! Quando (e se) me despedir algum dia (a ideia de um bolgue “ad eternum” é arrepiante (não é bem esta a palavra mas agora não me ocorre outra) não achas??) vai ser com o maior post (meu) de sempre, que nesse dia vou ter muito para vos dizer!!! :DD
Ah. Estou mais descansada. Blogue ad eternum não poderia estar melhor dito. A mim faz-me pensar, aliás. Aos poucos, ao longo dos anos, se calhar muitas de nós vão abandonar os blogues. A perspectiva d deixar de espreitar algumas "casas" faz-me alguma confusão, confesso. É, realmente, muito fácil fechar a porta. Para alguns que ficam de fora pode não ser assim tão bom.
Mas sabes o q acho piada que se calhar fechamos esta porta mas abrimos a da nossa casa verdadeira, a real, a física. E isso tem mesmo muita piada!!! Selectivamente, claro. Mas a vida é feita de selecções.
:)
Acho que quando se ama, as separações nunca valem a pena.
Há outras formas de saber se alguém nos ama sem ser essa, a mais dolorosa, para mim.
Ana,
a ideia não ser quem fica a descobrir isso. É ser a pessoa q se afasta a precisar desse espaço para ter a certeza. Fiz-me entender?? O “amar” está com aspas. Não foi por acaso.
E lembrei-me, por causa do teu comentário, q a frase tinha algo como “querem ficar connosco” porque muitas vezes as duas coisas não são sinónimas.
Zuza, :)
A propósito do post, só te posso dizer que entendo perfeitamente ambos os lados: o de quem parte e o de quem fica. Mas voltamos. Era amor.
Ja escrevi isso num post meu. O q era sobre a Mãe Siciliana.
Acho q me vai custar mo ver partir. Como me custou a mim sair.
Mas o amor continuou lá, ou foi comigo.
Um beijinho.
Mas o orgulho pode ser um obstáculo difícil de ultrapassar.....é isso ou ando a ver muitos filmes.
À tua conta já revi umas cenas desse filme. A Demi Moore deve estar muito arrependida daquele penteado :)
Ana,
Orgulho?? Nada disso!
Podia ser, claro! Mas não é o caso.
É mais numa de deixar baixar a "poeira" para que surja o essencial! A essência! :D
Mas viste a frase? Estou capaz de amanhã o ir alugar LOL
Não percebi peva!!!! Mas apoio 100%! ;O)
Sem incluir no tema as idas, vindas e permanências de blogues, que isso são outros 'filmes', concordo com a frase relativa mente ao amor e até à amizade.
E essas separações, esses 'assentar de poeira' também podem funcionar ao contrário e quem fica perceber que, de alguma forma, não deseja a volta. E se ela acontecer... levar 'com a porta na cara'.
Cool,
é MESMO isso!! tu a comentares a sério és um espectáculo :DD
eu é + nas amizades ;)))
Eu acredito nessa frase... é mesmo assim!
Concordo com a frase e até acredito nela! Mas por vezes custa tanto deixar partir! Mas ainda pior é apercebermo-nos que essa pessoa já não vai voltar mais, mas (e) nunca teve a coragem de nos dizer que não quer voltar. Custa aquela incerteza, a esperança.
Agora sou eu a dizer obrigada, obrigada com o tom da Amália...
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