CARTA ABERTA À MINHA ESTRELINHA :D
Cara Estrelinha,
Não posso começar esta carta sem fazer uma ressalva muito importante, valha-me que de trintona para trintona tudo compreenderás isto muito bem :D, eu fiz o 9º ano no século passado!!!! Humpf.
Isto de uma pessoa já dividir a própria idade em 3 décadas…
Mas porque tenho uma memória extraordinária para o que me interessa, e que a maioria das vezes não tem interesse nenhum (LOL), posso aqui relatar a teoria da professora (Loira, estou capaz de afirmar que a senhora tinha uma filha já crescidinha, mas do que eu tenho mesmo a certeza é que ela tinha dois furos numa das orelhas e que isso não combinava mesmo nada com o resto da postura dela… ela é que era a psicóloga mas eu é que gostava de fantasiar sobre a adolescência rebelde dela! :D). Não, não me lembro assim de todos os meus professores e muito menos dos da segunda década, mas naquela altura eu aspirava a ser psicóloga (típico da minha própria adolescência, não?) e portanto estava particularmente atenta naquelas aulas. Claro que depois achei aquilo tudo uma tremenda duma seca e pelo sim pelo não fui pela via de ciências e olha, aqui estou!
Mas ao que interessa!
Dizia então a senhora que “instinto”, e por definição, é algo comum a TODA a espécie. Ou seja só podemos usar esta designação se determinado comportamento for passível de ser observado em TODOS (como em tudo na vida estão contempladas excepções) os elementos dessa mesma espécie.
Se o nosso lado maternal fosse mesmo instintivo nunca mãe alguma faria mal ao seu próprio filho (e não estava a falar de casos graves do foro psiquiátrico, porque esses também existem nos animais). A maternidade nos humanos era, segundo ela, um conjunto de sentimentos e de aprendizagens, ao contrário de algumas espécies animais em que mal as crias nascem eles sabem exactamente como agir e como os proteger, até mesmo dos progenitores masculinos (e aqui eu engulo em seco porque como ainda hoje comentava com a LP a minha maternidade, nos primeiros meses de ambas (!!), foi muito conseguida com base na paternidade do Zuzo desta casa), e o fazem todos da mesma forma, seguindo rituais muito idênticos e sem nunca os terem aprendido.
Terei conseguido explicar-me?
Sem mais de momento, despeço-me com um abraço.
Sempre tua,
Zuza (:P)
Notinha de rodapé: seria até interessante, porque um blogue para mim ainda continua a ser um espaço de partilha, se alguém desse lado tiver informação “privilegiada” e quisesse confirmar ou contrariar esta teoria!! :)))
Não posso começar esta carta sem fazer uma ressalva muito importante, valha-me que de trintona para trintona tudo compreenderás isto muito bem :D, eu fiz o 9º ano no século passado!!!! Humpf.
Isto de uma pessoa já dividir a própria idade em 3 décadas…
Mas porque tenho uma memória extraordinária para o que me interessa, e que a maioria das vezes não tem interesse nenhum (LOL), posso aqui relatar a teoria da professora (Loira, estou capaz de afirmar que a senhora tinha uma filha já crescidinha, mas do que eu tenho mesmo a certeza é que ela tinha dois furos numa das orelhas e que isso não combinava mesmo nada com o resto da postura dela… ela é que era a psicóloga mas eu é que gostava de fantasiar sobre a adolescência rebelde dela! :D). Não, não me lembro assim de todos os meus professores e muito menos dos da segunda década, mas naquela altura eu aspirava a ser psicóloga (típico da minha própria adolescência, não?) e portanto estava particularmente atenta naquelas aulas. Claro que depois achei aquilo tudo uma tremenda duma seca e pelo sim pelo não fui pela via de ciências e olha, aqui estou!
Mas ao que interessa!
Dizia então a senhora que “instinto”, e por definição, é algo comum a TODA a espécie. Ou seja só podemos usar esta designação se determinado comportamento for passível de ser observado em TODOS (como em tudo na vida estão contempladas excepções) os elementos dessa mesma espécie.
Se o nosso lado maternal fosse mesmo instintivo nunca mãe alguma faria mal ao seu próprio filho (e não estava a falar de casos graves do foro psiquiátrico, porque esses também existem nos animais). A maternidade nos humanos era, segundo ela, um conjunto de sentimentos e de aprendizagens, ao contrário de algumas espécies animais em que mal as crias nascem eles sabem exactamente como agir e como os proteger, até mesmo dos progenitores masculinos (e aqui eu engulo em seco porque como ainda hoje comentava com a LP a minha maternidade, nos primeiros meses de ambas (!!), foi muito conseguida com base na paternidade do Zuzo desta casa), e o fazem todos da mesma forma, seguindo rituais muito idênticos e sem nunca os terem aprendido.
Terei conseguido explicar-me?
Sem mais de momento, despeço-me com um abraço.
Sempre tua,
Zuza (:P)
Notinha de rodapé: seria até interessante, porque um blogue para mim ainda continua a ser um espaço de partilha, se alguém desse lado tiver informação “privilegiada” e quisesse confirmar ou contrariar esta teoria!! :)))

118 Comments:
Bem vistas as coisas... e tendo em conta certos exemplos bem perto de mim... eu diria q a senhora talvez até tenha uma certa razão... no entanto isso teria muito mais coisas envolvidas! Depende de tanta coisa! O meio envolvente a forma como são criados... sei lá...eu continuo a acreditar no instinto maternal. É tão mais bonito!
(mas quem não teve a pancada de ser psicóloga? tadinhos dos meus pacientes... ;p)
Agradeço-te muito a cartinha :) A tua professora é uma revolucionária! Não me parece que o número de mães que fazem mal aos filhos seja suficiente para explicar a ausência de instinto maternal. Estamos a falar de mulheres, grande parte das vezes asfixiadas por motivos sociais (económicos ou de idênticos maus- tratos na infância) ou, como tão bem excluiste, as que padecem de doenças psiquiátricas/psicológicas. Eu acredito piamente no instinto maternal. Não vamos mentir: nós somos diferentes dos homens nestas questões. Nós sentimos na pele a necessidade de assegurar a sobrevivência da nossa prole. E qdo algo falha, como já tão bem vimos em exemplos trágicos, é sobre nós que recai a sensação de falhanço. Para além disso,nós sabemos como proteger os nossos filhos, ou fazemos o melhor. Outra das provas é a absoluta dependência da cria. Na maioria dos casos, nós só os largaremos um pouco do pensamento quando eles se auto- sustentarem. Só assim descansaremos. E não me venham dizer que isto é social, considero que não é. É uma missão... institiva, muito básica e primária. Já para não falar de detectarmos com o coração qdo os nossos filhos estão mal, física ou psicologicamente. Vamos aprendendo coisas, sim, através de livros e ensinamentos.. mas se recuassemos no tempo, para uma época bem mais pré- histórica, haviamos de arranjar forma de os criar. Se assim não fosse a espécie já estava extinta. É bem verdade que na Natureza, há muitos machos que matam as crias. Na nossa sociedade, tb devem ser mais os homens que o fazem ou dominam as mulheres de tal forma que as próprias se tornam negligentes. Não estou a dizer que a culpa de tudo é dos machos (no way) mas, sem quaisquer condicionantes psiquiátricas ou sociais, qualquer mulher é mãe.
E agora esfolem-me. :)))) Mas esta é uma opinião pessoal, não tem de ser rebatida. Quaisquer outras reflexões sobre o assunto serão uma mais- valia.
*Ai meu Deus, que me estiquei!
Eu que também tive aulinhas de psicologia (até na faculdade, imagine-se!) acho que têm as duas razão (Zuza e Estrelinha).
Na minha opinião a solução está mais ou menos no meio termo (como quase sempre), se é verdade que nós continuamos a ser animais e os instintos estão cá, também é verdade que desde o nascimento que somos condicionados pelo meio social que nos envolve.
Talvez os instintos mais básicos do homem o afastem da paternidade, mas a verdade é que hoje em dia já se vêem homens a cuidar de bebés e crianças tão bem ou melhor do que a mãe; e será que isto é apenas o resultado da sociedade actual, ou pelo contrário o afastamento do homem das suas crias era o resultado de normas sociais diferentes... é que existem algumas espécies animais em que a responsabilidade pela cria recai sobre o pai, e existem outras em que tal como nós essa responsabilidade é partilhada!
Discurso longo e não sei se me fiz entender (ultimamente tem-me acontecido isso! :P)
(Zuza, já fiz uma nova adenda com a correcção às palmadas!:D)
Eu nunca quis ser psicóloga, muito menos quando era adolescente. Eu sempre estive mais do outro lado: a paciente :D:D, principalmente quando era adolescente.
Quanto ao instinto maternal eu cá acho que existe e ponto final. E como em todas as situações, existem excepções à regra, pelos mais diversos motivos.
(Basicamente eu não disse nada, não é? Mas também já estás habituada eheeheh)
Eu concordo com a mamaXana. Se por um lado qualquer mulher consegue ser mãe (melhor ou pior), por outro lado o meio que nos rodeia molda-nos sempre.
Eu tb subscrevo a mamã Xana! ;))
São poucos os que têm no pai o responsavel pela sobrevivencia à nascença...porquê?
tema bom para debate
alexia,
;))
amamentação no início? pressão social depois disso??
sim, vou responder a tudo mas esta era de resposta curta :DD
votações a prosseguir, mamãXana na frente! :DD
Não me recordo se foi nas aulas de Psicologia, de Sociologia ou de Antropologia (iiii tanta coisa :p), mas também aprendi que o "instinto maternal" não existe.
Apesar da estranheza que isso me causou na altura, hoje concordo. Infelizmente, há inúmeros casos por esse mundo fora a comprová-lo, e não é preciso serem grandes tragédias (o "simples" ignorar é suficiente).
Isto faz-me lembrar o que um prof. uma vez disse. Falava ele sobre o conceito de igualdade e de respeito que actualmente (quase) todos temos. Dizia ele que se não tivesse havido a Revolução Francesa (Liberdade, Fraternidade, Igualdade), hoje o mundo seria muito diferente e esses valores universais não existiriam. Ou seja, a nossa sociedade/cultura foi moldada por esse acontecimento.
Acho que o mesmo se aplica ao instinto maternal. As mulheres foram toldadas para sentir aquilo que se entende por "instinto maternal", o que na sociedade actual até se começa a esbater. Quantas mulheres nem sequer ponderam a ideia de ter filhos? Acredito, sim, no instinto de sobrevivência e no de protecção, e no amor que se sente pelos filhos, mas não é de forma alguma característica universal.
(Será que isto está uma grande salgalhada ou consegui passar a ideia? ;))
XanaA,
diria q é uma estreia tua neste blogue (não?) e diria q em grande ;) passaste a ideia lindamente!
Pronto(s) vou opinar (q eu cá sou mto opiniosa :P
Estamos a misturar 2 conceitos diferentes: um deles o instinto maternal (q se prende tão só com a supressão de necessidades básicas, logo com a preservação da pp espécie) E isso é inato à pp espécie, caso contrário já teríamos desaparecido.
Outra coisa é o amor maternal: e isso é algo q se desenvolve (ou não) com a convivência.
E isto tudo ñ saiu da minha cabecita. Foi da cabecita de um qq psicólogo, mas como ñ tenho uma memória tão prodigiosa qto a tua ñ sei qual. :D
E tenho 3 furos numa orelha. Combinarão com a minha postura?
Ainda estive um bocado a pensar se comentava ou não, se isto virar testamento a culpa é tua, Zuza, e destes temas para discussão.
Eu devo ser alma gémea da scaf (até porque nunca quis ser psicóloga, estava mais para paciente!!). Acho que (algum) instinto maternal existe. Eu ouço melhor e durmo de maneira muito diferente, desde que sou mãe (antes podia rebentar a guerra, que eu não acordava). Pressinto as doenças antes de ele estar mesmo doente, conheço-lhe os olhos e a alma, distingo choros, e isto não é ensinado pelo meio social envolvente. Também acho que muitos maus-tratos a crianças são um misto de instinto (sim, instinto), com uma pobre formação pessoal, e uma história anterior de pobreza (ainda que possa ser só de espírito) e abandono. Isto porque quem já ouviu um filho chorar, aparentemente sem razão, por horas e horas, também já teve vontade de o abanar e não o faz porque sabe que ser mãe não é isso.
Enfim, realmente a virtude deve estar algures no meio...
Agora que há coisas que não se aprendem, se sabem e pronto, isso também há!
PÁRA TUDO!!!!
3????? três?????
(mas não tens a idade dela, pois não?? :DD ganhaste-me por um... quer dizer, qtos tens na outra orelha??)
e hesito entre testemunhar agora e fazê-lo no fim q a minha bola de cristal diz-me q há mta gente interessada no assunto mas sem "coragem" de participar ;)))
Eu estou com a mar e a flores! Lol. Será pq temos a mesma opinião? No fundo, no fundo, estamos TODAS a dizer o mesmo. Mesmo quando as regras básicas em sociedade eram quase nenhumas, já as fémeas criavam e protegiam os seus filhos, ora prontos. Se isso não é instinto é o q? Frô, tb gostava de ter 25 furos nas duas orelhas, mas, infelizmente, sou alérgica a tudo, inclusivamente ao ouro... HUMPF. Mas, pronto, pobre em ouro e rica em sonhos... (tinha que dizer esta piadinha de mau gosto)
“Instinto”, e por definição, é algo comum a TODA a espécie. - Concordo, de um modo geral está certo, a qualquer que seja a espécie, é comum em todas elas.
Quanto ao instinto maternal que o teu post, nos leva, reside na modernidade da nossa era, antigamente, a principal meta das mulheres era dar à luz, um
rebento forte e saudável como símbolo da sua fertilidade. Hoje, os padrões sociais são diferentes. Muitas mulheres declaram que esse Instinto Maternal, surge logo à
nascença mas, outras afirmam que, esse valor só se desenvolve quando a mulher engravida e que atinge o seu auge, na altura que vai dar à luz. O que significa que, se muitas mulheres ainda não têm dentro de si esse instinto, é porque ainda não chegou a sua hora de ser mãe. Nada mais que isso. O problema é que actualmente existe muita liberdade de opiniões e não uma verdade una. Há mulheres que nasceram para ser mães e outras, nem por isso. Mas, em ambos os casos, a mulher tem sempre
muito amor dentro do seu íntimo para dar e vender. O chamado Instinto Maternal é um valor complicado e que reside na modernidade dos nossos dias.
Bolas abusei!
Estrelinha,
qtos metros de fundo?? :DDD
Sorrisos,
essa agora! gostei muito ;))
Comment (ler em francês)??? Metros de fundo, nas oreilles?
Vamos ter fiambre ao lanche!
Estrelinha,
Não (ler em português :DD). Qtos metros de estarmos todas a dizer o mesmo ;)))
Cool,
estou à espera do teu comentário!!!
Tarde e a más horas, aqui vai: não me lembro grande coisa das aulas das várias disciplinas, apenas da ideia da interacção inato/adquirido. Outra noção que ficou foi a de que os instintos são inatos, inconscientes (no sentido de não voluntários) e permitem a sobrevivência.
Os bebés nascem com reflexos (poder-se-ão considerar instintos?) de sucção etc. etc. que lhes permitem mamar e chamar a atenção de quem lhes possa dar de mamar.
Ora uma mulher pode entrar num hospital, ter uma criança, e sair tranquilamente. Nada inato a vai obrigar a ficar ao pé daquela criança e cuidar dela.
Confesso que não tinha ainda pensado nesta questão, mas se calhar não existe mesmo.
Somos ensinadas e ser mães. Embora depois nos vejamos a lidar com situações novas sem saber bem como e a resolvê-las.
Será que há algo inconsciente, uma memória cósmica, aí sim um instinto de protecção da espécie?
(Bem, puseste-me a fazer um comentário mais longo do que a maioria dos meus posts!)
Enquanto atendia telefonemas e despachava assuntos a caixa encheu, e já tinha perdido o fio à meada...
E eu, eu já fiz a pós-graduação no século passado, que tal?
Cool,
não é por acaso q eu espero sempre pelos teus comentários ;)))
Epá! Isto está interessante! Continuem!! Já fazia falta coisas destas!
(em oposição a certas merdices! ;p)
A Flores esteve bem qdo diz q se estavam a confundir coisas.
AMOR vs INSTINTO.
e pq psis à parte q naltura não era mãe mas agora sou:
eu senti o 1º não acho q tenha sentido o 2!!!!!
E eu só cá vim dizer que nunca tive psicologia (nem no 9º ano) nem nunca quis ser psicólogoa (nem propriamente paciente :)) e fiquei a pensar serei normal??
O meu comentário foi curto pq eu nao tenho mesmo jeito nenhum para falar sobre isto, confesso.
Amor é amor.
Instinto é instinto.
Mas tb há a sanidade mental.
Ou seja, a mulher até pode amar imenso o seu filho e ter instinto maternal, mas ser insana, e cometer loucuras...
Tipo, atirá-lo de uma janela abaixo...
Abandoná-lo...
aliás, devo dizer q as mulheres q são MÃES actualmente (na sua generalidade) são melhores mães do q há 100 anos atrás.
Podemos ter menos tempo, menos disponibilidade, mas encaramos os filhos como indivíduos e seres pensantes, e não como seguidores dos nossos genes, sem direitos nenhuns.
Não sei se é o instinto a evoluir, o amor a aumentar, ou a sociedade a moldar os nossos sentimentos, mas q é qq coisa, lá isso é!
pronto, estás a ver, este comentário mais longo saiu uma valente procaria!
Mamã p.,
NÃO!!! Já para o google procurar um psicólogo mais perto de ti :DD
Agora é que eu espanto a freguesia LOL,
Mas quando a L. nasceu eu não me senti em NADA (amamentações à parte até pq agora já existem biberões, mas não foi o caso) melhor preparada do que o Zuzo desta casa para tomar conta dela!!!
E não me parece que eu seja assim tão desnaturada nem ele tão extraordinário. Simplesmente a gravidez foi tão partilhada (ele não a teve na barriga, mas viu-a e ouviu-a nas ecografias e o q se emocionou com isso!!!) que quando ela nasceu, e ele assistiu à cesariana!! e porque até o meu parto foi tão pouco instintivo, estávamos em igualdade pura!! Nos meses que se seguiram, à excepção da amamentação, nunca me senti em vantagem em relação a ele!! Deixamos o instinto paternal para outro dia??? :DD
(Escandalizei alguém??)
Oh Frenética,
tu hoje não estás bem!!!
Sai um "calduço" (??) para ti!! (e lembra-me para incluir esta palavra, q aprendi nos blogues, num post sobre palavras giras::DD)
Excelente comentário!
Tu nao gostas q eu faça isto Zuza, mas aqui vai:
Cool - tens toda a razão qdo dizes q somos ensinadas a ser mães. e quem nos ensina melhor são os nossos filhos. Ou seja, eu tenho a certeza q vou ser uma mãe diferente de qq outro filho q tenha. Posso ter 10 filhos, mas serei diferente para cada um deles, pq eles nascerão em alturas da minha vida diferentes, eles p´roprios serão pessoas distintas. Provavelmente, a té serei "pior" mãe do mais novo... não sei.... q assunto mais complicado, não é?
Desculpa Zuza, mas é q eu gostei tanto desta frase da Cool...
o q é um calduço???
Sai uma frô (amei estrelinha) aqui prá flores, sff. Eu ou a psi q há em mim. Ou q eu plagiei. :)
Estrelinha, já ñ mando os brincos q fariam conjunto com o anel (ou seria colar) da Zuza. :P
Sb instintos paternais tb opino. Q cá em casa foi coisa q me deixou boquiaberta.
Frenética,
sai um duplo!!
ACHO q calduço=cachaço! :D
depois de comentares o post já podes trocar galhardetes com toda a gente, ainda mais hoje que vale tudo, got it?? :DD
Tb opino sobre instintos paternais, mas agora nao q tenho uma reuniao!
Um calduço é um croque! É dar com o osso do dedo indicador na cabeça do outro! Pelo menos na minha terra. Quanto ao instinto paternal, meninas... desculpem lá, mas não é igual. Acreditem, acreditem, o meu marido tb é um pai extremoso, altamente apaixonado que só visto pelo filho, participativo e etc. Mas eles não têm o coração nas mãos (às vezes quase histericamente) como nós, sempre que há a possibilidade de uma doença. Nós somos MUITO mais preocupadas e isso tb não é social. É um sentimento só nosso, que dói imenso. Desminta, vá, desmintam... Eles são mais positivos, pois são. Pq não lhes pesa a responsabilidade como nós. Não quer dizer que não se preocupam, mas são diferentes, pronto. Já não falo mais no assunto, tenho de ir lanchar fiambre, mas a verdade é só uma: a fémea tem instinto maternal, sim senhora! Esqueçam o social, o aprendido, etc, etc... Que é isto que nos abala os circuitos TODOS os dias e nos impede de estarmos plenas e sossegadas sem os filhos? O que é? Não é uma obrigação, é natural, corre-nos nas veias.
Xauuu!
oh estrelinha,
deitas lenha e depois dás á sola??
nem parece teu!!!!
tinha tanto para discordar :DD
Afinal voltei. Alguém aí em cima explicou o que é o instinto, quer nosso quer do bebé. Da nossa parte, é fazê-los sobreviver, ensinar-lhes a sobreviver, tal qual fazem os animais. E isso é inato em nós. Mesmo que nunca ninguém nos tivesse dito que uma mama tinha leite, nós saberiamos, o bebé tb... Não é à toa que somos nós que os carregamos no ventre e que os alimentamos (na sua faceta totalmente natural). Que eu desse conta a discussão era sobre instinto e não sobre amor, porque isso do amor cada um sente à sua maneira, sem se contabilizar qual o sentimento mais forte, se o do pai se o da mãe.
Discorda lá depressa!
Não me pressiones LOL
Disseste bem, somos PRE-OCUPADAS, sofremos por antecipação.
Quando algo "grave" acontece ele reage na hora! Com conta peso e medida.
Já vi o Zuzo desmarcar viagens, cancelar reuniões e levar as filhas para o trabalho dele com todo o impacto negativo q isso teve na vida profissional dele...
a questão da gravidez é q pq eles não suportavam a dor do parto e dantes não havia "truques". toda a gente sabe isto LOL
E não percebo isto: « nos impede de estarmos plenas e sossegadas sem os filhos»???
Estamos sempre com os fernicoques (lol), será que estão bem, será que não estão. Eles relaxam qdo os sabem seguros. A maior parte das vezes, nós só conseguimos esse sossego parcialmente. Não é por acaso que quase (sublinho o quase) somos todas umas stressadas com medo que lhes aconteça alguma coisa. É algo que está em constante alerta e que recusa tudo o que possa fazer perigar a existência deles. Eu acredito que a galinhice vem do instinto.
Tal como expliquei, a dádiva paternal não é mais pequena do que a nossa, nem a abnegação, nem nada disso. Mas este amor com dor é um exclusivo feminino. Por isso somos quase sempre as más da fita, as que não deixam... Ok, pode haver quem seja mais relaxada, mas eu estou quase sempre em sobressalto.
Estrelinha,
:D
Isso dos bichos explica tudo... galinhices e leosices :DD
Vá, e agora discussão suspensa que as mães vão cuidar das crias ;)))
eh eh eh
Mas foi uma boa discussão! Gosto deste género de conversas. Saudáveis e com todo o respeito. Mas de preferência que se generalizem e não se particularizem casos. Nem tudo o que vai na nossa casa é a regra. Se calhar é mesmo a excepção. Por exemplo, Zuza, sejamos realistas... pensas que há muitos zuzos por aí (pergunto-te isto com base no que contas, claro)? Tb não me posso queixar nadinha, mas pensa comigo, amor pelos filhos muitos têm, mas pensas que não há por aí um magote de homens que nunca trocou um biberão ou mudou uma fralda? Ora, aqui é que está a diferença. Eles aproveitam o natural estado/papel de mãe protectora e atiram-lhe tudo para cima. Com sorte, alguns brincam com os filhos. Qdo têm tempo...
Foi só uma pequena reflexão que nem tem muito a ver com a discussão, mas tem um pouco. E agora dou por terminado o meu modesto contributo para esta conversa tão profícua. Quem faz a síntese/acta? Recordar que este post começou por ser sobre instinto materno, passou para amor, depois para educação, deu umas voltas pelas nossas casas e acabou com uma pausa da autora :))))
*que eu quebrei e espero que não haja castigo por isso. eh eh eh
Estrelinha,
nesta casa só há castigo se quebrares copos! tens q trazer outro heheheh
eu disse suspensa, a carta era para ti, tu escreves qdo quiseres ;)))
eu volto qdo me deixarem LOL
MAS OLHA LÁ, tu estiveste de conversa com este Zuzo??? e tal e tal q tenho sorte e tal e tal q nem todos são assim... eu já ouvi isso em algum lado!!!! ai ai ai LOL
Hello again!
E posso estar aqui pq o pai pingui aproveita o tempo entre o jantar e o deitar para brincar com elas.
E é ele que faz o jantar enquanto eu trato dos banhos. E que muito mais paciência para sair com elas e a mim me apetece ficar sossegada em casa. E que já chegou a levá-las de férias sozinho ainda a C usava fraldas.
Farto-me de ouvir que tenho imensa sorte, e ainda assim refilo pois tudo o que diz respeito a horários, obrigações ecolares, acompanhamentos médicos é exclusivo meu... ...
Há sempre o verso e o reverso.
Dizem-te que tiveste sorte? Não precisam... tu sabes. Olha, eu sei que tive, muito embora nunca me ponha a reflectir sobre o assunto. Como nunca me calhou nenhum machão na rifa, nem faço ideia como será viver com um. Mas o mundo está cheio deles... E eu tb me dou ao luxo de me chatear com o meu marido por deixar uma meia espalhada, depois de ele ter cozinhado e arrumado a cozinha e de ficar uma hora a entreter o menino enqto eu estou esticada no sofá sem pestanejar. Ah, e tb me queixo da leveza de espírito. Sim, que isso, qdo nós estamos loucas de preocupação (daquela imaginada, a tal Pré- Ocupação), pode ser muito irritante. Às vezes acho que eu não conseguiria ficar casada um dia com um homem que chegasse a casa e se atirasse para o sofá... sem ajudar, parilhar, envolver-se em tudo. A sério, juro. Instintivamente devo ter-me afastado desses seres e dos dois grandes amores que tive na vida, fui muito amada e muito mimada. E não é gabarolanço... Tb posso confessar que tive uma paixonite volátil por um gajo que me ia destruindo a auto- estima. Felizmente nem sequer cheguei a andar com ele... pois apareceu-me o meu rico maridinho! Tá kéto! Obrigada meu Deus! lolll. Olha se me tivesse casado com aquele monstro... Cada vez que surgisse uma conversa sobre maridos, eu calava-me bem caladinha.
Arre que isto deu pano para mangas.
Vamos lá pôr ordem na casa... Ninguém se sentiu mais acompanhada na gravidez do que eu! as colegas do meu gajo chegavam a dizer q ele tb estava grávido. Ele sabia td sobre gravidez e fetos. Foi cmg a tds as consultas, a tds os exames, a tds as análises e, claro, assistiu ao parto. Teve enjoos e preocupações, algumas maiores do q as minhas. Chegou a não csg dormir qd eu tive suspeita de diabetes gestacional. Em suma, o meu Zé foi o melhor pré-pai q eu já vi até hoje. Qd o Zézinho nasceu, eu fiquei mto tempo a contemplá-lo, mas não lhe dei 10% dos mimos que lhe dou hoje. Contudo não csg dormir a noite inteira, pq a enfª me disse q ele tinha de voltar a mamar no máximo 4 horas dps. E q, se ele tivesse a dormir, eu teria do acordar. Como tive medo q ou eu ou ele não acordássemos, não preguei olho. E, não, não gostava dele como gosto hoje, q isto multiplica-se com'ó caraças. Nos 1os dias (ainda na maternidade), dizia-lhe smp "anda cá à tia" e nunca "anda cá à mãe". Isto, sim,considero q é uma aprendizagem: o deixar de ser (só) filha para passar a ser (tb) mãe, com tds as responsabilidades q lhe são inerentes. Ainda na maternidade, cheguei a chorar pq achava q não lhe csg dar banho, mas, assim q fomos p/ casa, nunca tive dúvidas sobre o q fazer. Era o meu filho e eu tinha de cuidar dele... e nunca ninguém o fez por mim!
Mtas noites ele chorou e o pré-pai maravilhoso virou-se para o lado pq estava cansado. Mtas vezes me disse p/ o deixar chorar.... não q ele achasse q era o melhor, mas pq estava cansado. (e isto vai tb mtas vezes da educação e ambiente em q as pessoas cresceram). Não acho q o Zé seja um mau pai... se achasse, nunca teria ficado fora e deixado o miúdo com ele, mas sei q tem mto menos espírito de sacrificio do que eu... espirito de sacrificio esse q eu tb não tinha até ser MÃE! Sim, eu acho q é mto diferente ser-se mãe do q ser-se pai.
Para mim, o meu filho é a coisa mais importanto do mundo. Amo-o mto mais do q já alguma vez amei alguém na vida. Mais do q aos meus pais, ao Zé ou a qq um dos meus irmãos. Sinto como minha a missão de o fazer feliz, de assegurar a sua sobrevivência, aconteça o q acontecer. Se isto não for um instinto, é o quê? O q me leva a apaixonar-me mais pelo meu filho do q por outra pessoa qq?
E é a isto que eu chamo instinto maternal! Um instinto q nos permite reconhecer a nossa cria e asegurar a sobrevivência da mesma, mm em condições extremas ou sem nunca termos tomado conta de outro bebé. Sim, acho q a maternidade tb se aprende, mas só se aprende, pq estamos dispostas a fazê-lo... pq temos interesse nisso. E digo mais... para mim, este instinto maternal (ou de protelação da espécie) surge mto antes de termos os nossos filhos. É ele q nos empurra para a maternidade, mm dps de partos dolorosos ou de filhos complicados (eu tive as duas coisas e começo já a sentir vontade de ter mais). Basta-me olhar p/ as meninas de 2 anos do meu prédio, q se agarram ao Zézinho e dão-lhe beijinhos, e me perguntam vezes sem conta "olha, o bebé?". Os rapazes da mm idade simplesmente ignoram-no.
E, prontossssssssss, tenho dito. Nunca falei sobre isto no meu blog, pq, infelizmente, não tenho tempo p/ escrever td o q penso, mas ainda gostava de dissertar mais sobre o tema.
bj*
PLIM!!!! Fez-se luz. O zuzo é que te diz isso? LOLLLL. O meu tb me diz...Está sempre com essa, tipo: queixa-te, queixa-te, tu sabes lá o que é estar com um homem que não mexe uma palha e que fala assim (engrossa a voz e diz asneiras). Fico logo muda e queda... Cá para nós, acho que têm razão. ;)
CREDOOOO, a carta era para mim mas eu tomei isto de assalto. Até me apetece dizer asneiras pela minha tagarelice em versão escrita...
A MINHA LOIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Concordo com quase tudo! O amor não se pôe em causa, mas há coisas em que eles se preocupam tão menos... Ah, e como a Loira puxou o assunto, também tenho de confessar duas coisas (lollll). À noite, o meu marido é muito menos colaborante. Tem o sono MUITOOOOOO pesado, levanta-se às 06h00 e sobra muito/quase tudo para mim. Demora tanto tempo a fazer as coisas, que eu prefiro ser eu a fazer. Às vezes, á noite apetece-me atirar-lhe um bibelô à testa. O que tem de ser dito, tem de ser dito. Não há perfeição, não há... hihihi
Ó Loira, puseste o dedo em alguns pontos-chave.
Costumo dizer que, desde que nasce um filho, nunca mais o primeiro pensamento ou acto dia é para nós, nem o último à noite.
Tento 'enganar o destino' tendo o primeiro momento dia que é meu quando tomo o pequeno almoço no café onde já não preciso de pedir, já sabem o que quero.
E também por isso, tenho as minhas rotinas nocturnas de banho, último cigarro, nem que seja um quarto de hora de tv quando já tudo dorme.
Só me apraz perguntar:
Então calduço é cachaço ou croque???
Está tudo a levar uma belinha nã tarda!!
:P
Loira,
Calma lá que a casa é minha e se for para ter (des) ordem quem põe sou eu LOLOL isto assim q eu me for possível, claro :DD
(folgo em ver q não fui a unica a personalizar :DD)
Queria te deixar um beijinho e dizer-te que simplesmente não consigo comentar os teus posts ..não tenho palavras prontos... delicio-me a ler mas n consigo comentar
Jokas
Paula
Paula,
faz lá um esforço! :)) Mais uma opinião vai sp bem!
Estrelinha,
o fiambre já era LOLOL
Ana,
a pertinência do costume ;))
Nock nock alguém aí?
Loira,
Agora a sério:
Qdo eu falei na pré-paternidade do Zuzo foi com o ÚNICO intuito de tentar explicar a atitude dele após o nascimento. Eu fiz cesariana, como já disse, e por isso fiquei umas qtas horas e a 1ª noite “amarrada” a uma cama. Quem tratou dela nesse tempo todo foi ele. Eu dava de mamar mas era ele que pegava nela, que ma dava, que a punha a arrotar, que lhe mudava a fralda, que a embalava e que lhes amparava o choro que as minhas filhas gritam que se fartam quando nascem. Quando eu me levantei parecia que essa tinha sido sp a nossa rotina. Nos meses q se seguiram foi sp assim. Quando a J. nasceu tudo idem aspas. Ainda hoje é assim. A relação de ambos com o sono pode explicar parte disto, mas não explica tudo. Ele cuidou/cuida delas tanto como eu. Ponto final paragrafo. Esta é a nossa vida. Cada um tem a sua. Nem melhor, nem pior, apenas diferente. E se o espírito de sacrifício aqui conta: o dele bate-me aos pontos. Quando alguém se divorcia e o tema vem à baila ele diz-me q, a acontecer-nos o mm, eu deveria ficar com elas pq sou a mãe e sei o q é melhor para o futuro delas. Eu emociono-me e penso q seria a maior injustiça do mundo separar este pai destas filhas, mas lógico que as quero sp comigo, e digo-lhe q não seja parvo q nunca nos vamos separar os 4 LOL.
Tudo o que vcs dizem fazer pelos filhos eu digo q o faço por AMOR e não instintivamente. Se calhar a Estrelinha tem razão desde o início e estamos a falar do mm e só lhe trocamos os nomes. Será. Mas o que eu faço por elas faço por todos os que amo. Claro que se as amo mais do que tudo, a minha atitude é proporcional. Não me peçam é para fazer tops de quem gosto mais, se do pai, se da mãe, se do Zuzo ou das filhas passando pelo cão e pelo piriquito pq, quem me conhece doutras “touradas” sabe que para esse peditório já eu dei e ainda hoje ouço bocas foleiras sobre isso (:P) LOL.
E voltando ao inicio, que o que estava em questão era uma definição de psicologia: achas que o que sentes por ele é comum a toda a espécie feminina??
Fico com a sensação que deixei muita gente sem resposta mas amanhã tb é dia ;))
(e agora apetecia-me meter ao barulho o tema adopção, mas acho que não me meto nisso tão cedo :DD)
Definitivamente, depois de ter lido a teoria da tua professora, só posso concluir que não existe instinto.
E se existisse, a julgar pelos comentários que li por aqui fora, eu seria um asno em matéria de instinto... uma relaxada, na melhor das hipóteses.
Mas, esquecendo tudo o que foi dito até aqui e pondo de parte essa teoria mais que válida de instinto ser "algo comum a toda a espécie", talvez eu chamasse instinto maternal ao que se sente não pelas nossas crias para por todas as crias. Talvez seja o passar a ser portadora de um alarme/despertador atento às necessidades de qualquer criança que nos passe à frente. É vir as lágrimas aos olhos de felicidade quando sabemos que alguém que não conhecemos de parte alguma acabou de ter um bebé e que tudo correu bem; é chorar a morte mesmo quando ela não nos bate à nossa porta. Coisas que, embora fossem sentidas, não eram encaradas da mesma forma na era pré-mãe.
Ausência deste tipo de instinto (que já percebi que não existe), de suprir necessidades, é o que mais existe. Ausência de amor maternal, idem, idem. Mas o amor maternal talvez merecesse um post só para si. Porque nem todas as mães amam os seus filhos (se eu fosse uma pessimista diria mesmo que poucas mães amam os seus filhos - mas o que é o amor daria definitivamente outro post). Há as que os rejeitam (e não são poucas), há as que os usam (e ui, ui!!! são às milhenas), há as que os ignoram, etc., etc. Em contraponto, há os pais que demonstram o tal instinto (que não o é) como são perdidos de amor pelos filhos (mas a paternidade tb merece um post só seu e sobre isto eu tenho mesmo uma teoria hehehe). É um bocadinho como na farmácia...
Ahhh - e não sei quem disse que o bebé quando nasce a mãe saberia pôr-lhe a mama na boca mesmo que ng lhe dissesse. Mas é falso. Por essa razão é que quando se coloca o bebé ao colo ele fica logo ali - é ele que sabe o que fazer; só não tem autonomia para andar à procura dele. As mãezinhas (nós, portanto) se não soubessem não iriam adivinhar e até apanhar um valente susto LOL
E já agora Boa Noite, que já são horas :P
Estive a trabalhar e perdi isto tudo, mais o episódio de hole do L Word.
Gaita!
Eu que tenho a mania (e pelos vistos até se confirma)que sou psicologa, vou dar a minha opinião.
Considero que não deveremos falar de intinto ou amor maternal, mas de pessoas que para além de animais são seres sociais, com caracteristicas inatas, mas muitas adquiridas e transmitidas pela sociedade em que estamos inseridos.
Tal como arrumar a casa, cuidar dos filhos e ser responsável por eles sempre foi o papel da mulher.
Ao homem apenas cabia o papel do sustento e controlo como chefe de familia.
Os tempos vão mudando, mas ao crescermos vemos os papeis que temos na sociedade espalhados em todos os lares.
Ouvimos dizer: quando fores mãe vais perceber que tudo muda, passas a ter o sono leve, vives com ansiedade constante, adivinhas o que passa pela cabeça deles...
Talvez ou talvez não...
Encarnamos o papel da responsabilidade pelos filhos como nossa, mesmo que ao nosso lado esteja um pai que faz tudo em igual. São valores, formas de vida que nos são intrinsecos, não se separam de nós.
Existe quem não os tem, quem nunca os adquire e por isso nunca os chama de seus.
No fundo do que falamos aqui é de pessoas, com amor, com valores, com referencias, com hábitos, mas sem dúvida pessoas, com muitas diferenças, mas com muito em comum.
Não somos tábuas rasas, mas não nascemos ensinados, o meio nos influencia, a vida nos ensina, para o bem e para o mal.
será que me fiz entender?
Paternidade! Bolas só me lamento! Voces são mesmo umas gajas de SORTEEEEEEEEE. Humffffff, vou ali lamentar as minhas angustias
Eu nunca tive aulas de psicologia, sou mais do tipo números, números e números.
Mas adorei este assunto que aqui focaste e a minha opinião vai muito de encontro à mama Xana.
Para mim o instinto maternal é diferente do amor maternal. O primeiro assegura a sobrevivência física. O segundo vai-se construindo na relação da mãe com o seu bebé.
Se no momento em que nasce uma criança, o amor de mãe pode ainda não estar presente, ou melhor, desenvolvido, está lá o instinto maternal.
Está ligado à parte genética e biológica, tem a ver com a seguimento da espécie, com as necessidades do pp ser humano em proteger a sua continuidade. Caso contrário, que onde estariamos nós?!
Posteriormente começa a ficar ‘mais treinado’ com o progressivo contacto com o bebé: com a dedicação, o amor e carinho que ela lhe dá e que ele premeia com um sorriso lindo e um aconchego no seu colo.
Este comportamento terá repercussão mais tarde. Um bebé que recebe muitos miminhos e carinhos, será alguém que irá dar afecto e carinho também. Um bebé que não os receba irá sofrer e poderá haver uma altura em que, provavelmente, será ele a afastar-se, tornando-se numa pessoa inflexível no seu comportamento.
E prontos… tenho escrito.
Não me choca a idadea de que o instinto maternal não exista. Nós mulheres somos educadas para ser mães e a nossa fisionomia lembra-nos disso todos os meses e o facto de a maternidade nos ser tempralmente limitada são factores que aguçam em nós o desejo de ser mães. Socialmente o homeme é educado para ser hoeme e pronto! (hoje já nem tanto, mas...) Ninguém (ou ainda poucos) compram bonecas para as filhas. Ainda ontem vi o anúncio de uma boneca que vem dentro de um saco para as meninas usarem simular a sua gravidez. Tudo isto dá forma ao tal institno maternal, não será? Lembro-me do medo que senti quando decidimos ter o nosso primeiro filho. lembro-me do alívio quando o primeiro teste que fiz deu nengativo. Lembro-me do medo que senti na primeira noite em casa quando a luz apagou. Lembro-me do desepero que senti quando as horas passavam sem que ele mamasse. O instinto deveria dizer-me o que fazer ou não? Não dúvido que as mães sintam as coisas de uma forma diferente dos pais. mas mais uma vez acredito que seja um resultado da educação. Como a Zuza já aqui disse eles, os pais, amam os seus filhos de forma incondissional e no dia-a-dia fazem por eles os mesmo sacrificios e as mesma tarefas que as mães. Eu não sabia dar banho ao meu filho, não sabia, ponto final. Enfim... blá, blá, blá ...
Oras...também é para passar os 100 coemntários? Isto está a tornar-se moda :D :D
Cá vai mais um contributo ignorante (que eu não tenho o dom da escrita e, tal como já disse, nunca percebi nada de psicologia).
Já pensaste que o instinto maternal poderá ter sido de certa forma "esquecido", ou até sobreposto pelo avançar dos tempos, pelas novas comodidades, pelo egoísmo que tem vindo a crescer no Homem? (e note-se que escrevi Homem com H grande). Na minha modesta opinião, foi dada à mulher este instinto, tal como foi dado a todos os animais. Mas os animais não se deixaram corromper pelo evoluir dos tempos, e nós sim! Mas continuo a achar que ele existe cá dentro de nós, e é mais notório quando as nossas crias passam por momentos de aflição, quando os vemos sofrer.
Confuso?! :P
Olha, agora é que scaf disse tudo... É que disse mesmo. O instinto existe, existiu, existirá... simplesmente o social pode estar a engoli-lo, a esbatê-lo, a toldar-lhe os contornos. Como ficou, de resto, provado nesta discussão, em que se misturaram tanto os conceitos, que se falou muito mais noutras coisas do que em instinto. E o instinto é tão somente a tal sobrevivência da espécie de que muitas já falaram.
Zuza, aconselho-te então a colocares outra discussão. Quem tem mais instinto territorial? O homem ou a mulher? Ou tb não existe? :)
Ah, e fui eu que falei na mama! Parece um bocado impossível que ver a dita a jorrar leite não fosse imediatamente percebido pela fêmea como alimento. Olha, olha, nós que até descobrimos a roda e o fogo.
Adeus fiambre! Olá presunto...
A primeira vez amamentação, ninguem disse nada a ninguém, por isso teve mesmo de ser o bebé e a mãe a chegarem a essa conclusão. o bebé tem movimentos de reptação em direcção ao peito da mãe, mas ela tem o dom da compreensão e do pensamento que as leva a elaborarem conjecturas sobre o que os rodeia. Não somos assim tão parolas, não?
PRESENTE!
Gosto de ver isto animado mm antes de eu chegar!!! :DD
E agora fizeram-me lembrar da Lagoa Azul...
(territorial como?? fazer xixi nos limites?? LOL)
Acho que já perdi o fio à meada... ;)
A Scaf é capaz de ter alguma razão, mas também é possível que o instinto maternal nunca tenha existido enquanto condição universal. Nestas alturas é que fazia jeito uma máquina do tempo. :p
Ainda assim, conheço e/ou ouvi falar de vários casos que me levam a acreditar que, de facto, o instinto maternal não existe. Não amor, i. maternal mesmo. E não sei até que ponto poderá ter sido a sociedade que, nesses casos, "apagou" o instinto. Um instinto (supostamente) tão básico como esse consegue-se apagar?
Zuza: Já tenho andado por aqui, não me lembro se já comentei, mas penso que sim. Mas participação numa "discussão" destas deve ser a primeira. :)
Scaf,
estás a ser um sucesso :DD
LOLLLL
Se fosse só xixi... mas não. Antes fosse! É armamento, guerras, lutas, competições, poderio. Em pequena e em grande escala. Na esquina nas superpotências, aqui e ali. Território... PODER-DINHEIRO- MELHORES FÉMEAS- SOBREVIVÊNCIA DA ESPÉCIE.
Tudo se resume a sexo: naturalmente, com efeitos de procriação; socialmente com efeitos lúdicos, pronto. LOLLL. Descambei por completo.
Estrelinha,
LOL
mas guardemos isso para outro dia que ainda me falta responder ao tema de ontem, "combinados"?? :DD
Ainda sobre a mamita: Estrelinha, isso significa que não existe instinto maternal no sentido de saber instintivamente suprir necessidades à cria? Tivemos instinto de sobrevivência para descobrir o fogo e precisamos que as nossas crias nasçam já a saber mamar... E olha lá qual a mama que jorra leite logo após o parto??? Uma em mil - agora vão aparecer aqui às dúzias a dizer que "isso aconteceu comigo" LOL (vês Flores: não esgotaste os mitos!)
Carla,
pertinente, pertinente!
mas eu quero é a tua teoria da paternidade!!!! :D
Este tema deu discussao ontem ao jantar.
A minha mae diz q nem todas as mulheres tem instinto maternal e acabamos por concluir q o instinto não é so protecção, mas tb amor... pronto, pronto, passo ao outro tema.
Eu confesso q nao gosto de dizer q tenho sorte com o marido q me calhou. E o contrario tb é verdade, pq eu tenho muuuiiiiitos defeitos, há muita mulher/mãe melhor do q eu por ai.
Sei la, pode dar azar! ;))))
Mas, para mim, este marido até caiu bem! ;)
Ou seja, ele ajuda-me mto com o P. Mto mesmo. No dia a dia e na preocupação, contra-balançando a sua calma com o meu (quase) histerismo.
Mas sou q eu faço sempre o jantar, compras, logistica de horas e entregas e recolhas do miudo (bolas, q expressao!).
So nao trato da casa pq tenho uma senhora q me ajuda a manter tudo mais ou menos organizado.
Para mtas mulheres isso nao funcionava, pois nao. Mas eu fui educada assim, tenho de ser eu a dominar a situação.
Se o meu marido fosse confrontado com isso, mudaria, claro, q ele é um ser inteligente. Mas a verdade é q nao precisa.
Macho latino nao há, ate pq a admiraçao um pelo outro é mútua e sobre os filhos digo-vos: é bom ele ter mais calma do q eu. E tenho a certeza q o amor q ele tem pelo P é tao grande como o meu.
Pode haver uma ligaçao diferente, mas nao faz disso um "pai menor".
A verdade, no etanto, é só uma: sao raros os homens q prescindem da vida profissional ou do investimento nela pela vida familiar, dentro de casa. Isto pq sao milhares de anos na pele, em q era o homem q trazia o alimento.
Embora trabalhemos os dois ao mesmo nivel profissional e economico, sinto no meu marido mais essa obrigaçao do q em mim. Se calhar faz parte da cultura portuguesa ou da dele...
Mas tenho a certeza q lhe custa tanto estar fora, longe do P como a mim.
E isto ja vai nos 75 comentarios, ta animado sim senhora!
Ui, se vamos falar no instinto paternal, chegaremos aos 200 comentários, é certo :D
Scaf,
não é hoje! :D
calem-se lá para eu responder aos comentários de ontem :DD
Mar,
Isso tudo que falas, distinguir choros e etc, aconteceu-te no dia em que ele nasceu ou foi uma aprendizagem??? Comigo foi… sem dúvida!
E o meu sono (qq dia escrevo sobre isso) mudou nos 1ºs dias!! Depois eu sabia que o pai estava alerta e passei a dormir como sp. Hoje em dia, sp q ele viaja eu passo as noites em claro com medo que elas chorem e eu não acorde!
Rute,
“não nascemos ensinados”!!
Para mim isto resume tudo. Comigo a maternidade foi uma APREDIZAGEM. Eu aprendi a conhecê-las.
Mamã Coelha,
Não estaremos a confundir continuidade e manutenção da espécie com instinto maternal?....
Márcia,
É isso, esse medo de não saber o que fazer ou como fazer…
Faltou alguém???
Ah, pronto. Q ia falar do instinto paternal. Guardo a minha opinião para outro post, então, e espero as tuas sp sábias ilacções. :)
82??? Isto já parece o blogue das Costinha or what?? :DD
(claro q aqui metade dos comentários são meus, mas isso agora não interessa mm nada!! LOL)
Flores,
isso não é um elogio, pois não???
Quem quer o colar sou eu, logo eu é q devo dar a graxa LOL
Já considero que o meu contributo para esta discussão está terminado. Continuam a confundir-se conceitos. Mas adorei, sinceramente.
Quanto à maminha, Carla, olha a minha não jorrou, mas tb eu um dia procurei a da minha mãe. É instinto. É algo que está gravado em nós e não é controlável e, perdoem-me, mas considero nada racional. Logo, ao racionalizarmos o instinto com tanta interessante conversa estamos a atropelá-lo.
Parece-me demasiado óbvio que todas nós tenhamos tido que aprender a ser mães, através do quotidiano com os nossos filhos (é tudo tão diferente, tantas regras novas, tanta complicação, vacinas, blá blá). Assim como aprendemos tantas outras coisas nesta vida social. Mas eu insisto, isso nada tem a ver com instinto. Recuem, recuem muito no tempo, recuem até ao ponto em que o social se resumia a caçar e a procriar. E agora calo-me até ao próximo post.
Bem, isto tem estado animado!
Tema controverso este!
Fico à espera do Instinto Paternal!
Estrelinha,
vais mas vais contente, certo?? :D
acho q resumindo e baralhando ficamos quase todas com a opinião que já tínhamos, mas isso tb é mto bom!!
uma achega na amamentação, para mim, se há instinto é todo deles que já nascem ensinados. Fou a unica coisa que achei natural mas pq elas sabiam o que fazer, entendes isto?
Vou muito contente! Adoro discussões assim. Gostei imenso. Sim, vamos todas com a mesma opinião. Lol. Infelizmente, o instinto é algo que não se mede e não se vê. E daqui a nada vou comer... lol, Tb ninguém me ensinou que precisava de o fazer para sobreviver. eh eh eh. Um big kiss e fico à espera de outro tema, assim, polémico, Um tema sobre o qual ninguém tenha certezas, mais ou menos como a religião, a política e o futebol. MAS. Este é diferente! Talvez possamos, realmente, ler novas e recentes teorias antropológicas sobre o assunto e aprender ainda mais. Ou aprender, simplesmente.
* mas tu tb nasceste ensinada, em bebé, certo? logo, já como mãe, nunca o poderias ter esquecido.
Estrelinha,
Eu nasci ensinada a mamar, a sobreviver, não a dar de mamar…
Mas olha que eu fui a biberão logo deve ser por isso q só tenho este QI
LOL
(do que eu me fui lembrar agora!!! Hihihihi)
Oh! Assim não consigo parar de responder! Está maliiii. Por isso é instinto. Tu já mamaste... isso fica impresso no teu corpo,nos genes, no inconsciente. Por isso é instinto, repito.
Claro que todas nós temos que aprender a ser mães. Precisamente pelo motivo que já referi! Porque nós não nos limitamos a ser o "animal puro"! Porque somos humanos e pensamos (em demasia??, ou será porque somos racionais??), "complicamos". Não nos limitamos a atirar os nossos filhos pelo ninho fora para eles experimentarem o seu primeiro voo e o que tiver que ser será! Não! Nós antes disso colocamos uma rede em baixo, ou melhor, uma série de redes por baixo e, por via das dúvidas, vamos buscar um psicólogo não vá a criança ficar traumatizada com o primeiro voo. E quando eles aprendem finalmente a voar, aí começa a complicação maior! "Será que (...) Será que (...)? Será que (...))???" Hoje em dia ser mãe é muito diferente do conceito de mãe há 30 anos! Alguém usava cadeirinha no carro, ou cinto sequer? Agora é realmente preciso aprender a ser mães porque somos demasiado exigentes connosco próprias(se é "demasiado" ou não é discutível. o meu "demasiado" faz mais sentido se compararmos com o instinto maternal puro, que supostamente nos leva a proteger a cria dos predadores, que nos leva a alimentá-la, que nos leva a dormir de orelha levantada :) etc). A sociedade não permite que uma mãe seja simplesmente reduzida ao seu instinto maternal. Uma mãe tem que compreender os problemas da criança, tem que muitas vezes evitá-los, e mais, tem que perceber se deve ou não evitá-los!
Alguém se lembrou de ir ao dicionário?? :D
(Porto Editora)
Instinto: actividade AUTOMÁTICA hereditária, adaptada às condições de vida, relativamente UNIFORME em cada espécie, INCONCIENTE da sua aparente finalidade, tendência ou impulso ESPONTÂNEO, e IRREFLECTIDO, intuição, inspiração.
Piorei? LOL
Desde de 2ª que acordo todas as manhãs a achar que sonhei que o Alien tinha chorado.
Desde 2ª que descubro todas as manhãs que não foi sonho.
Desde 2ª que não me levanto de noite porque o choro do Alien é sossegado em 2 minutos pelo Pai que se levanta e o enche de festinhas no cabelo.
Instinto maternal não temos. Voltamos quando o tema for instinto paternal!
E páras por aqui?
Eu só agora aqui voltei...
Cool,
PRESENTE!
Tu é q és mulher para saber o q é um calduço, não???
desde o cotomiço.. :))
O distinguir dos choros e as doenças, sim, admito que tenha sido uma aprendizagem. Agora, o sono e o ouvir melhor foi automático, a sério. E olha que a casa tem dois andares e eu usei o intercomunicador três dias. Depois desisti, porque cheguei à conclusão que o ouvia mesmo antes de aquilo dar sinal...
Será que chegamos aos 100??? ;)
Mar,
e isso não é, mais uma vez, PREocupação??
(eu tb não usei os meus mas é pq as minhas filhas gritavam em vez de chorar desde o 1º dia e portanto ouvia-se na casa toda sem ajudas artificiais :D)
Zuza, sei lá! Sei que, se ele dormir a noite toda, não acordo, mas se houver qualquer movimentozinho (e, sim, já está há uns bons meses no quarto dele) desperto logo (ou desperta a minha cabeça, que o meu corpo demora a mexer-se). E que ouço melhor, ouço, e não é só quando estou com ele. Se calhar fiquei mais atenta aos sons, não sei. Pelo menos, não é uma coisa consciente!!
Acho que chegamos mesmo aos 100!! :)
Voltei e hoje já em tom sério!!
Instintos (ou não) à parte a realidade é que normamelmente é a mulhe que sacrifica a vida profissional em função dos filhos, que se levanta todas as noites, que fica em casa quando estão doentes, que faz a sopa e decide o que eles vão vestir e comer!! O meu marido tb juda muito (e minhas amigas não é SORTE, se temos bons maridos é porque os soubemos escolher e isto daria origem a outra discussão que agora não interessa) mas torce o nariz a faltar ao trabalho para ficar com a B. mesmo que para mim seja a pior ocasião possível, dá-lhe o jantar mas antes tenho de lhe dizer por A+B o que lhe vai dar, etc...
Insitnto ou não nós sacrificamo-nos mais pelos filhos!
Olha, eu sei que não é boa politica mas vou escrever este comentário estúpido só para chegarmos aos 100 que é um número bem mais giro :D
Tenho estado a seguir... ;)
Scaf: e eu comentei para passarmos a barreira psicológica dos 100. 101 já cá cantam. LOL
LOLOL
sai prémio para o centésimo comentário!
aviso já é q neste blogue só se oferece fruta (olha a magra!)
queres uam cx de maçãs ou esperas pelas castanhas??
:DDD
se quiseres oferecer ao nº103, eu escolho as castanhas.
Ursita,
isso é q é sentido de oportunidade! :D
se ela não reclamar o prémio, é todo teu! mas aviso já que não pago portes ;)))
É meu o prémio! Fui eu que falei mais! loll. Ó contabiliza, contabiliza.
Claro que reclamo o prémio! Ora essa!
Castanhas! castanhas! :D
(ursita, eu tou gorda mas ainda posso comer castanhas! :D)
Xiiii , saí por 20 m...e o que aqui vai! AAHHAAHA!
;P
(QTOS?)
scaf: li não sei aonde que as castanhas até emagrecem, podes comer à vontade
isso ursita, isso não será vingança por não levares o prémio?: eu acredito, como muitas, engordo e tu ficas a rir :D
scaf,
MEGA LOL
é tipico das mulheres: engordar as rivais :DD
isso sim é instinto de sobrevivência LOL
Por agora são 111.
A capicua vale o quê?
o 111 foi meu oh Cool!!
Devia valer um colar!!! NÃO????
Agora há aí uns engraçados que saem com uma revista tio Vip ou Caras...
Vou dar de frosques antes que me batas!
ahahahah, estou a ser acusada injustamente.
Cool,
é melhor! é melhor!
mamã p.,
tu guarda-me esse assunto bem guardado para um dia destes debatermos! vais ver q o circo até vai pegar fogo!! :D
é q não é só uma questão de escolha: TREINO tb é palavra chave LOL
Mas tu queres um colar como??? Eu faço-te o colar. m'lher!!!!
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