GEO metrias
Primeiro era o CÍRCULO. Continuo. Perfeito. Ainda que cheiinho de imperfeições. Um acabava onde o outro (re) começava. Sem sobreposições mas ainda assim sem descontinuidades. Em circulação permanente, que é isso que os círculos fazem. Embora com ritmos variados. Not booooring.
E sabemos muito bem que assim poderíamos ter infinitamente continuado a circular.
Mas não, parvos, achamos que tanto amor podia até fazer mal e toca de o dividir multiplicando-nos. Erro! Erro tremendo que o amor é pior que ADN (ou será o RNA? Shame on me. Olha, whatever! :P) em replicação. E não bastando todo o amor que aquela coisinha minúscula, chorona e linda nos arranca do peito… eis que nunca mais o nosso amor pela criatura que escolhemos para lhe dar o outro cromossoma X será o mesmo. Nãnãnã! Aumentou. Esmagadoramente.
Credo! Tanta proliferação junta também cansa. E sufoca. E baralha.
Quando damos conta somos um TRIÂNGULO. Equilátero. Repito: e-q-u-i-l-á-t-e-r-o.
Deu-se a passagem. Embora na mesma margem. Aquele processo de transformação em que parece que todos nós derretemos, ás vezes com muitas dúvidas se sobreviveremos a tanto calor, para dar origem à nova forma. Muito mais complexa. Toda ela obtusa. Nada ela circulante.
E nada mais há a fazer a não ser: limar arestas!!! Demora. Aimeudeus como demora. Lá está, e temos sérias e não raras dúvidas se algum dia voltaremos a ser um círculo de “3 pontas”.
Piora muito quando ali um bocadinho antes do arredondamento final, quando estávamos mesmo, mesmo quase lá… voltamos às adições cromossómicas. Terrível!
Escolher o QUADRADO, por definição altamente igualitário, ó ó, parece, visto de fora, e ainda mais por dentro, quase uma forma de masoquismo. Estava tudo a correr tão bem. Aqui já não é bem derreter. É mais abrir os lados. Dói, mas já não arde. E voltamos às formas imóveis. Mas (ainda) mais pesada. Equilibrada. Completa!!
Com arestas, pois claro. Mas limar já nós sabemos que não foi só o despacho de mudar fraldas em qualquer sítio e o "descomplicómetro" ligado que nos ficou da 1ª vez. E agora é tudo muito mais fácil pela simples razão que já sabemos o que nos espera no final: um novo, revisto e aumentado círculo. Não confundir com circo, embora haja dias, que, enfim… adiante! :P.
Eu por mim confesso já: vou ter sempre saudades do 1º círculo. Onde, e por causa do qual, tudo começou. E a esperança de viver o suficiente para as vermos criarem os seus próprios círculos e voltarmos, um dia, ao círculo inicial. Ainda que sempre, sempre!, trespassado pelos círculos delas. (Tipo símbolo dos jogos olímpicos, topam? Mas a esperar que estejamos todos no mesmo continente. Não necessariamente neste! :P)
Ultimamente, no último ano vá, até acho mais. Acho que pela forma como nos enchemos e preenchemos, como perfeita e simetricamente nos r(a)elacionamos, como maciçamente nos construímos, como saltitantemente nos movemos e, above all, pela forma como literalmente cilindramos os problemas todos que nos apareceram pela frente, agora somos muito mais do que um círculo. Ganhamos dimensão: somos ESFERA!
E sabemos muito bem que assim poderíamos ter infinitamente continuado a circular.
Mas não, parvos, achamos que tanto amor podia até fazer mal e toca de o dividir multiplicando-nos. Erro! Erro tremendo que o amor é pior que ADN (ou será o RNA? Shame on me. Olha, whatever! :P) em replicação. E não bastando todo o amor que aquela coisinha minúscula, chorona e linda nos arranca do peito… eis que nunca mais o nosso amor pela criatura que escolhemos para lhe dar o outro cromossoma X será o mesmo. Nãnãnã! Aumentou. Esmagadoramente.
Credo! Tanta proliferação junta também cansa. E sufoca. E baralha.
Quando damos conta somos um TRIÂNGULO. Equilátero. Repito: e-q-u-i-l-á-t-e-r-o.
Deu-se a passagem. Embora na mesma margem. Aquele processo de transformação em que parece que todos nós derretemos, ás vezes com muitas dúvidas se sobreviveremos a tanto calor, para dar origem à nova forma. Muito mais complexa. Toda ela obtusa. Nada ela circulante.
E nada mais há a fazer a não ser: limar arestas!!! Demora. Aimeudeus como demora. Lá está, e temos sérias e não raras dúvidas se algum dia voltaremos a ser um círculo de “3 pontas”.
Piora muito quando ali um bocadinho antes do arredondamento final, quando estávamos mesmo, mesmo quase lá… voltamos às adições cromossómicas. Terrível!
Escolher o QUADRADO, por definição altamente igualitário, ó ó, parece, visto de fora, e ainda mais por dentro, quase uma forma de masoquismo. Estava tudo a correr tão bem. Aqui já não é bem derreter. É mais abrir os lados. Dói, mas já não arde. E voltamos às formas imóveis. Mas (ainda) mais pesada. Equilibrada. Completa!!
Com arestas, pois claro. Mas limar já nós sabemos que não foi só o despacho de mudar fraldas em qualquer sítio e o "descomplicómetro" ligado que nos ficou da 1ª vez. E agora é tudo muito mais fácil pela simples razão que já sabemos o que nos espera no final: um novo, revisto e aumentado círculo. Não confundir com circo, embora haja dias, que, enfim… adiante! :P.
Eu por mim confesso já: vou ter sempre saudades do 1º círculo. Onde, e por causa do qual, tudo começou. E a esperança de viver o suficiente para as vermos criarem os seus próprios círculos e voltarmos, um dia, ao círculo inicial. Ainda que sempre, sempre!, trespassado pelos círculos delas. (Tipo símbolo dos jogos olímpicos, topam? Mas a esperar que estejamos todos no mesmo continente. Não necessariamente neste! :P)
Ultimamente, no último ano vá, até acho mais. Acho que pela forma como nos enchemos e preenchemos, como perfeita e simetricamente nos r(a)elacionamos, como maciçamente nos construímos, como saltitantemente nos movemos e, above all, pela forma como literalmente cilindramos os problemas todos que nos apareceram pela frente, agora somos muito mais do que um círculo. Ganhamos dimensão: somos ESFERA!

20 Comments:
Descobri pq só faço post de 3 linhas (vá 5...). Começou desde que te leio... :p
(Mostra isto ao gajo pá!!!!que gajo q se levanta para dar leitinho á bebé enqto tu dormes... merece!!!)
bolas... (adequadíssimo ao teu post).
gostei pah, dizem que escreves bem... é... tens dias :P
parabéns pelos 7........ e felicidades para essa esfera.
Tens a certeza q não és das letras?
Parabéns. Dizem q sete é ano de crise. Pelos vistos essa esfera está para rolar!
belo testemunho... parabéns e obrigada pela partilha!
(roda-pé: é tão bom estar de volta)
Parabens pela esfera :) e pelos 7 :) e pela escrita...e..não vou dar-te mais parabens ou ainda provocas cheias para esses lados e ainda chegam aqui :)
Ó pá, Parabéns pelos 7.
Que essa esfera continue a rolar.
Uma esfera bem maciça e brilhante, parece-me. Parabéns! Pelo texto e pelos sete anos a dividir e a multiplicar.
Parabens á esfera!
Felicidades!
Bj.
Parabéns pela esfera de amor!
Fizeste-me lembrar o queijo limiano :)
Que post tão geometricamente perfeito. Tão redondinho. Deves ser "inginheira".
PARABÉNS!
olha lá... e te já imaginaste num pentágono?! (num e não NO, que esse tal não interessa a ninguém)
Era bonito! :p
(parabéns!)
Ora bolas, é cada um melhor que o anterior. :)
Muito bom, como sempre.
E bonito!
Que a esfera continue a rolar! Muitos parabéns!
ah mulher para escrever, e que bem que ela escreve.
Adorei.
Parabens pela esfera.
Por definição: esfera - meio no qual a influência de alguém (neste caso, alguéns) , a acção de alguma coisa produz a plenitude do seu efeito
Estais plenos, portanto! :D
Transparece.
Parabéns.
Muito original.
Trabalharam bem. Fiz este ano 6 anos de casamento e só agora vou ter o segundo... LOL
Bjos
Cristina
Muitos parabéns para esta esfera...Apre para ti que escreves bem como o caraças!!!
Beijinhos
Parabéns pelos 7 magníficos!!! E pela esfera!
Gosto "munto" do que escreves...
Fantástico! :o) Mesmo!
E parebéns pelos 7!!!
Já deves estar farta de ler que escreves muita bem, mas é verdade, verdadinha. Enfim, um luxo!
E parabéns pelos 7 anos e por tudo o que sois.
Beijos
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