QUADRUP “L” ICAR
(Forçadamente betas. Post atrasado e longo. Pouco atrasado. Muito longo. A modos que para memória futura, se preciso for…)
4 anos de gente.
E se os primeiros tempos foram tão difíceis que duraram uma eternidade, os tempos de agora são tão fáceis que passam a fugir. Pode até chegar o dia em que recorde o passado com saudades mas por agora eu gosto é de a ver crescer, que isto tem sido sempre a melhorar. Com a J. não serei, talvez, tão “á frente”. Não sei…
Eu não tenho pretensões a ser a melhor amiga dela. Mesmo. Mas não tenho duvidas que esta miúda se tornou na minha melhor amiga. Mesmo.
Acabamos de passar uma semana inteirinha sem o pai. Difícil, desgastante, dolorosa. Em termos físicos e emocionais. Mas muito gratificante. Damo-nos, as 3, muita luta, mas também nos dá-mos muita força. Elas estão cada vez mais irmãs: amam-se e matam-se em 5 segundos. Saem palmadas e puxões de cabelos (que a mais nova saiu melhor que a encomenda) com a mesma intensidade que depois saem beijos e abraços e festinhas. Arrancam-se objectos com a mesma facilidade com que depois os compensam. Invejo-lhes esta capacidade de se zangarem e apaziguarem tão instantaneamente. Melhor: instintivamente!!! São, juntas, incrivelmente independentes. E esse é, talvez, o meu maior orgulho.
Mal posso crer que este piolho aos 4 anos partilhe comigo as tarefas domésticas, ajude a entreter a irmã e até lhe dê o jantar. Espere por mim no sofá, após deitarmos a minúscula, enquanto janto sozinha na cozinha (e porque eu lhe pedi 5 minutos para mim que esta ausência de silêncios que nos chega com os filhos me confunde a alma). Se aninhe na minha cama depois da história lida e relida com “só mais um bocadinho mamã!!” e acabe por ficar lá a noite toda que nenhuma de nós se quer realmente separar. E eu adormeço nos braços dela tal e qual como adormeço nos do pai dela. E isto não me parece nada normal, mas é sempre assim que acontece. Que acorde invariavelmente de sorriso aberto, que salte da cama e vá ela abrir a persiana. E, pasme-se, QUASE já não faça birra ao olhar para a roupa que eu escolhi. Ainda que comente igualmente a roupa da irmã. Um mimo.
E este aniversário vai ter um sabor (ainda mais) especial. Porque compramos as duas o material para os convites e os fizemos juntas (o que fazemos pelas filhas!! Qualquer ex-professor meu de trabalhos manuais ficaria boquiaberto :DD). Demoramos séculos mas saíram! Porque as amigas da escola e o namorado (!!!) vêm pela 1ª vez a nossa casa. E a família toda. Valha-me o serviço de jantar da sogra que o nosso já não chega para tanta gente. Nunca chegou. São, digamos, inversamente proporcionais: a família tende a aumentar (já vem o meu sobrinhO embutido), e louça pende, literalmente, a diminuir (regista aí mais uma sugestão de prenda para o ano! LOL). E discutimos a ementa e ela lá diz “oh manhe não acho isso muito boa ideia” e eu lá lhe explico que vêm adultos de muito sustento (ainda que algumas não venham :P). E ela ri-se, e é bem menina para comentar isso com os convidados. E fomos sozinhas fazer as compras todas e admirei-lhe a maturidade para compreender que não temos dinheiro para comprar tudo o que gosta mas também o pragmatismo ao optar pelos copos/pratos/toalhas/tretas afins do Winnie, que o da Cinderela “todo correrrosa”só dava para as meninas. Quem diria…
Mas se tivesse que escolher um momento que melhor explicasse este ano seria certamente o da festa de Natal. Não a actuação em si. Antes disso. Aquele momento em que ela entra no ginásio-da-escola-nestas-ocasiões-transformado-em-sala-de-espectáculos e me procura, na “multidão”, com o olhar. E quando me encontra toda ela sorri. E eu (re) conheço-lhe o nervosismo, a excitação e a segurança. E os olhos dela brilham. E os meus turvam-se. E trocamos beijos pelo ar. E ela pergunta pelo pai. E eu aponto com o olhar. E ri-se e cora (até ela já percebeu o quanto lhe é difícil, a ele, estar lá. E um dia vai perceber que por ela, lhe era impossível, a ele, deixar de estar). E acenamos todos. E eu já choro perdidamente (e dou graças por não ser de cá e assim ninguém me conhecer, tipo é só meia vergonha). E passo todos os meios de registo audiovisuais para o Zuzo que eu preciso das mãos livres para atirar beijos, limpar os olhos, bater palmas e fungar. E ela lá segue para o palco de mão dada com o M. E pouco me importa se vai dizer o poema todo ou se não se vai enganar na coreografia. Ela é (e será sempre) a estrela da minha companhia. Por nossa causa ela não foi aos ensaios. A educadora garantiu que não havia problema: o poema era em conjunto e que ela já tem a escola toda a dançar. O pai diz que a culpa é minha :P. Exagerado!
Fica na fila da frente e pelo riso dos outros pais quando ela vai virando costas ao publico e abanando o rabo eu percebo que a prova está superada. Ela é que conduz o M. e eu tenho logo um dejá vu e ao olhar para o Zuzo, não fosse ele estar a ter o mesmo que eu, cruzo o olhar com a mãe da JB (que dançou brilhantemente) e ela também está a chorar e aí é que eu já nem me esforço por travar as lágrimas. É o dilúvio. Elas devem ter milhares de coisas em comum pela forma como se dão. Eu e a mãe dela, que nunca nos tínhamos visto, passamos a ter pelo menos mais uma.
E eu quero que a nossa vida toda seja assim: ela no palco, a representar a peça dela. Da qual, por agora, vou sendo co-autora mas que, aos poucos, serei cada vez mais espectadora (ainda que para já escolha quase todo o guarda-roupa, muitos cenários e alguma banda sonora :D). Com os amigos dela. Até mesmo com os outros. Não vamos, nós pais, ser sempre os actores principais, nem tanto pouco os secundários. Seremos muitas vezes “mera” assistência. Com ou sem acesso aos bastidores. E querendo estar sempre perto de cena, vezes haverá que ficarei na 1ª fila: a aplaudir de pé ou a amparar-lhe o tombo, mas outras em que só chegarei a tempo da última: sem oportunidade para lhe impedir as quedas mas pelo menos presente para lhe lamber as feridas. Vou ser a sua maior fã mas não poderei deixar de ser sua critica. Faz parte de mim, nos genes, e mesmo não gostando reconheço neste estilo de amar algumas vantagens. Não vou certamente assistir a tudo. Não acho sequer que faça parte do meu papel. Mas vou querer ensaiar muito com ela. Muitas versões. Não quero nenhum remake. Quero que tenha as oportunidades que eu tive (e tive algumas) e se possível outras mais. Mas este vai ser sempre o guião dela. Só dela.
E independentemente das personagens que ela me atribuir a mim basta-me, chega-me, gostar assim, tanto, dela. É tão fácil ser a “manhe” dela. Tanto que até dói!!!!
4 anos de gente.
E se os primeiros tempos foram tão difíceis que duraram uma eternidade, os tempos de agora são tão fáceis que passam a fugir. Pode até chegar o dia em que recorde o passado com saudades mas por agora eu gosto é de a ver crescer, que isto tem sido sempre a melhorar. Com a J. não serei, talvez, tão “á frente”. Não sei…
Eu não tenho pretensões a ser a melhor amiga dela. Mesmo. Mas não tenho duvidas que esta miúda se tornou na minha melhor amiga. Mesmo.
Acabamos de passar uma semana inteirinha sem o pai. Difícil, desgastante, dolorosa. Em termos físicos e emocionais. Mas muito gratificante. Damo-nos, as 3, muita luta, mas também nos dá-mos muita força. Elas estão cada vez mais irmãs: amam-se e matam-se em 5 segundos. Saem palmadas e puxões de cabelos (que a mais nova saiu melhor que a encomenda) com a mesma intensidade que depois saem beijos e abraços e festinhas. Arrancam-se objectos com a mesma facilidade com que depois os compensam. Invejo-lhes esta capacidade de se zangarem e apaziguarem tão instantaneamente. Melhor: instintivamente!!! São, juntas, incrivelmente independentes. E esse é, talvez, o meu maior orgulho.
Mal posso crer que este piolho aos 4 anos partilhe comigo as tarefas domésticas, ajude a entreter a irmã e até lhe dê o jantar. Espere por mim no sofá, após deitarmos a minúscula, enquanto janto sozinha na cozinha (e porque eu lhe pedi 5 minutos para mim que esta ausência de silêncios que nos chega com os filhos me confunde a alma). Se aninhe na minha cama depois da história lida e relida com “só mais um bocadinho mamã!!” e acabe por ficar lá a noite toda que nenhuma de nós se quer realmente separar. E eu adormeço nos braços dela tal e qual como adormeço nos do pai dela. E isto não me parece nada normal, mas é sempre assim que acontece. Que acorde invariavelmente de sorriso aberto, que salte da cama e vá ela abrir a persiana. E, pasme-se, QUASE já não faça birra ao olhar para a roupa que eu escolhi. Ainda que comente igualmente a roupa da irmã. Um mimo.
E este aniversário vai ter um sabor (ainda mais) especial. Porque compramos as duas o material para os convites e os fizemos juntas (o que fazemos pelas filhas!! Qualquer ex-professor meu de trabalhos manuais ficaria boquiaberto :DD). Demoramos séculos mas saíram! Porque as amigas da escola e o namorado (!!!) vêm pela 1ª vez a nossa casa. E a família toda. Valha-me o serviço de jantar da sogra que o nosso já não chega para tanta gente. Nunca chegou. São, digamos, inversamente proporcionais: a família tende a aumentar (já vem o meu sobrinhO embutido), e louça pende, literalmente, a diminuir (regista aí mais uma sugestão de prenda para o ano! LOL). E discutimos a ementa e ela lá diz “oh manhe não acho isso muito boa ideia” e eu lá lhe explico que vêm adultos de muito sustento (ainda que algumas não venham :P). E ela ri-se, e é bem menina para comentar isso com os convidados. E fomos sozinhas fazer as compras todas e admirei-lhe a maturidade para compreender que não temos dinheiro para comprar tudo o que gosta mas também o pragmatismo ao optar pelos copos/pratos/toalhas/tretas afins do Winnie, que o da Cinderela “todo correrrosa”só dava para as meninas. Quem diria…
Mas se tivesse que escolher um momento que melhor explicasse este ano seria certamente o da festa de Natal. Não a actuação em si. Antes disso. Aquele momento em que ela entra no ginásio-da-escola-nestas-ocasiões-transformado-em-sala-de-espectáculos e me procura, na “multidão”, com o olhar. E quando me encontra toda ela sorri. E eu (re) conheço-lhe o nervosismo, a excitação e a segurança. E os olhos dela brilham. E os meus turvam-se. E trocamos beijos pelo ar. E ela pergunta pelo pai. E eu aponto com o olhar. E ri-se e cora (até ela já percebeu o quanto lhe é difícil, a ele, estar lá. E um dia vai perceber que por ela, lhe era impossível, a ele, deixar de estar). E acenamos todos. E eu já choro perdidamente (e dou graças por não ser de cá e assim ninguém me conhecer, tipo é só meia vergonha). E passo todos os meios de registo audiovisuais para o Zuzo que eu preciso das mãos livres para atirar beijos, limpar os olhos, bater palmas e fungar. E ela lá segue para o palco de mão dada com o M. E pouco me importa se vai dizer o poema todo ou se não se vai enganar na coreografia. Ela é (e será sempre) a estrela da minha companhia. Por nossa causa ela não foi aos ensaios. A educadora garantiu que não havia problema: o poema era em conjunto e que ela já tem a escola toda a dançar. O pai diz que a culpa é minha :P. Exagerado!
Fica na fila da frente e pelo riso dos outros pais quando ela vai virando costas ao publico e abanando o rabo eu percebo que a prova está superada. Ela é que conduz o M. e eu tenho logo um dejá vu e ao olhar para o Zuzo, não fosse ele estar a ter o mesmo que eu, cruzo o olhar com a mãe da JB (que dançou brilhantemente) e ela também está a chorar e aí é que eu já nem me esforço por travar as lágrimas. É o dilúvio. Elas devem ter milhares de coisas em comum pela forma como se dão. Eu e a mãe dela, que nunca nos tínhamos visto, passamos a ter pelo menos mais uma.
E eu quero que a nossa vida toda seja assim: ela no palco, a representar a peça dela. Da qual, por agora, vou sendo co-autora mas que, aos poucos, serei cada vez mais espectadora (ainda que para já escolha quase todo o guarda-roupa, muitos cenários e alguma banda sonora :D). Com os amigos dela. Até mesmo com os outros. Não vamos, nós pais, ser sempre os actores principais, nem tanto pouco os secundários. Seremos muitas vezes “mera” assistência. Com ou sem acesso aos bastidores. E querendo estar sempre perto de cena, vezes haverá que ficarei na 1ª fila: a aplaudir de pé ou a amparar-lhe o tombo, mas outras em que só chegarei a tempo da última: sem oportunidade para lhe impedir as quedas mas pelo menos presente para lhe lamber as feridas. Vou ser a sua maior fã mas não poderei deixar de ser sua critica. Faz parte de mim, nos genes, e mesmo não gostando reconheço neste estilo de amar algumas vantagens. Não vou certamente assistir a tudo. Não acho sequer que faça parte do meu papel. Mas vou querer ensaiar muito com ela. Muitas versões. Não quero nenhum remake. Quero que tenha as oportunidades que eu tive (e tive algumas) e se possível outras mais. Mas este vai ser sempre o guião dela. Só dela.
E independentemente das personagens que ela me atribuir a mim basta-me, chega-me, gostar assim, tanto, dela. É tão fácil ser a “manhe” dela. Tanto que até dói!!!!
Etiquetas: Aniversário, L.

35 Comments:
Feliz aniversário á tua Princesa!
A tua escrita é... poderosa!!
Beijos Mãe
Zuza Zuza... tu é q não existes.
Deixas-me de lágrima no olho e de coração aquecido, mas cheia de vontade de vos ouvir, de vos falar.
Parabéns à tua filha.
Parabéns a ti.
Um beijo q destas mãos já não conseguem sair mais palavras.
Palavras para quê?
Está tudo dito e de uma forma tão espetacular, que ler até "dói".
Parabéns à Princesa.
Ler-te é que doi. Estou aqui estou a chorar.
parabéns à L e a ti também
A L é uma menina cheia de sorte. E tu tb!
(Vista Alegre?) :D
que "pequena" maravilha de texto...
e que "pequena" maravilha deve ser a tua miúda...
a-d-o-r-e-i!
(um dia gostava de aprender a escrever assim :p)
ah...parabéns :)
Antes de mais Parabéns!!! E deixaste-me aqui de lágrima a tentar caír...adoro como e o que escreves!!
Beijinhos
Muitos parabéns. Que Mãe!
Bjos
Cristina
Parabéns !...
:)
Mtos parabéns à Zuzinha! Saudades de te ler, pá! Adorei a analogia e fizeste-me chorar... não há direito :P!
bj*
Zuza minha querida,
Parabéns por tudo:pela forma como escreves...como consegues transpôr com tanta clareza o que te vai na alma.
Obrigada por partilhares essa tua essência!
Parabéns L! :)
Por mais um aniversário...mas principalmente por seres a menina carinhosa que consegue pôr a transbordar de emoção uma Mãe como essa que tens.
És uma menina sortuda :))
Um beijo enorme para as duas :*
Ai...
Lindo!
Parabéns!!!
(Estamos quase lá, também!)
:)
uma filha única (certo?) que resultou numa manhe única-que-sabe-coisas-muito-importantes-sobre-deixar-ir-e-deixar-ser!
saudações e um aplauso para todos os actores desta peça chamada vida-dos-Zuzos!!
Mais uma chorona aqui deste lado...
Parabéns é tão banal, mas parabéns! Pelos dilúvios que não consegues conter.
que delícia!
Muitos anos de vida...
cantado aos berros.
Uma linda declaração de amor, e não só para a aniversariante. Quero estar cá para ver quando fizer 8, pode parecer-te difícil, mas há coisas que duplicam...
Kiss
eh pá... parabéns a ela, parabéns a ti, parabéns a todos.
O texto é lindo, mas destas bandas já nem espero outra coisa.
E linda forma de ser mãe.
Um beijo enorme e espero que a festa seja um sucesso!
Lindo, lindo, lindo!
O ultimo paragrafo então... até me arrepiou...
TÁS A VER PQ TENS QUE VOLTAR MULA?
AH! E parabéns!!!
;p
Parabéns!
Lindo texto de deixar a lágrima....ia dizer no canto do olho, mas a marota teimou em escorregar.
Muitos beijinhos para vocês!
E haverá alguma vez na vida que uma mãe chorosa (como tu, como eu, como tantas) não vai chorar a assistir aos feitos dos seus rebentos???
Ao ser mãe assinei contrato com a Kleenex até ao resto da minha vida.
O texto está lindo....como vocês.
Já agora.....Parabéns L.
Caramba... anda uma m(ãe)ulher atarefada, passa um tempinho sem vir aqui para ver se há novidades e depois fica assim qual fonte a deitar água.
Muitos Parabéns à L.!
Parabéns à mãe Zuza!
Espero que continuem bem.
Beijos (cheios de saudades!)
Parabéns, muito muito atrasados (que tb eu ando em regime de semi-pausa)!! Adoro ler-te e o que eu já tinha saudades... Fizeste-me encharcar o teclado em lágrimas!!
Parabéns às duas, fantásticas na mesma medida!! :))
Embora atrasada quero deixar aqui os parabéns à L. e a ti que és uma linda mãe e que eu gosto tanto de ler (gostava era de ter mais tempo para o fazer, mas isso já dava um post!)
Bjs
Parabéns nossos!
Beijinhos e como é bom ser mãe....
Atrasada mas com uma boa desculpa - PARABÉNS miúdas lindas e de sorte!
(cabra, com tanto comentário estava com esperança que te tivesse voltado a inspiração... mas já vi que não... má )
OLA ZUZA,
Venho espreitar-te muitas vezes, mas e a primeira vez que comento.
Escreves (e descreves) ser mae de uma forma muito intensa, bonita. Emocionante.
Parabens para a L.!!
P.S. Pelo teu blog desconfio que trabalhas em enologia, tal como eu...engano-me??
Venho tão atrasada!!
A cada post acho que é o último e depois estou muito tempo sem vir espreitar e olha... tenho destas surpresas.
Parabéns à linda L.! Que a sua peça seja bela e intensa, no bom e no menos bom que a vida lhe trouxer. Que cresça e se torne uma Mulher, destas com M grande, como a mãe. Que seja muito, muito feliz.
Atrasada! Parabéns! (mtos peixes por aí?)
Parabéns a ti mãe, pela linda forma de amar que me levou a lágrimas, LINDO!
Posso chorar mais um pouquinho? e imprimir, posso?
Beijocas enormes - Muitas, muitas, mas mesmo muitas felicidades para todos
Está tudo bem, querida? E as bonequinhas?
Lol, duvidas? claro q sim. On line?
Este comentário foi removido pelo autor.
Uma feliz páscoa para vós
beijos
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