APRENDIZ agEnS
Que a história da cegonha já não se conte a ninguém, eu concordo. Mas a história do coelho que as minhas filhas andam a apre(e)nder também não me parece lá grande espiga.
Se não vejamos: no inicio era a Rosinha. Gira, amorosa, meiga e já com o destino traçado: procriar. Ora como até nos coelhos it takes two to tango vai de lhe arranjar par.
É aqui que a coisa começa a descambar. Aparece o Gui. Atlético, robusto, incansável e ... acasalador mor da aldeia. Isso mesmo, progenitor oficial. Chega, inspecciona os aposentos, come, dá uns arrufos na fêmea do momento, volta a comer, dorme e repete e repete e repete. Até partir rapidamente para a próxima.
Acho MUITO BEM que a sogra tenha explicado e exemplificado, salvo seja, às miúdas o ciclo da vida animal (e até geral, vá) que elas acompanharam com muita atenção e entusiasmo, mas caramba não me arranjava um macho menos latino??? Não??? Quer dizer, até cumpriu, sim senhora que cumpriu, mas… e acompanhar a gravidez??? Assistir ao parto??? Ajudar na educação da crias??? Nada???
Que eu muito admiro, mas mesmo mesmo, as manhes “sozinhas” mas não havia necessidade de elas darem de caras com isso tão cedo, pois não?
Etiquetas: Acho mal, pois claro que acho mal.

5 Comments:
ahahahahahahahah
vão ter custodia partilhada!
xxx
A
LOL para a márcia (no blogue da algarvia). Acho q vamos pedir-te a sogra emprestada. Muitas de nós. :)
Mando o Gabriel no expresso junto com aquilo q disse q mandava e nunca mais.... ok?
:p
:D
o verdadeiro lat(p)in
LOL. Começam cedo!
Cristina
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