festiv IDADES
OU O MARAVILHOSO MUNDO DA DUPLA MATERNIDADE
E se uma filha mal chega ao jardim da escola nos agarra o pescoço e nos assegura que assim ficará até o fim da festa, a outra desaparece-nos do alcance para só nos voltar aos (a)braços quando a festa acaba. (E mesmo assim temos que a chamar!)
E se uma filha mal chega ao jardim da escola nos agarra o pescoço e nos assegura que assim ficará até o fim da festa, a outra desaparece-nos do alcance para só nos voltar aos (a)braços quando a festa acaba. (E mesmo assim temos que a chamar!)
Eu faço, certamente, a figurinha mais parva de todos os tempos. Não, não me meto à frente de ninguém. Não, não tiro fotografias descontroladamente. Não levamos sequer máquina de filmar. Gravo-lhe, quando muito, 1 minuto de cada actuação para nos próximos dias a ver desmanchar-se a rir. Sempre com a minúscula no pescoço, claro.
Não consigo deixar de sorrir com os bebés da creche, de ficar profundamente triste pelas tão manifestas carências dos meninos do CAT, de gingar com o hip-hop dos miúdos do ATL, de gargalhar com os poemas dos finalistas (na mouche, senhoras! Como se ali, em dois tempos e quatro frases, lhes tirássemos a pinta).
E passo a festa a trocar olhares, acenos e sorrisos com ela. E emociono-me até às lágrimas (literalmente, shame, shame) pela forma como saracoteia ao ritmo da música, como assiste atenta às actuações das outras salas, como se levanta decidida quando chega a vez dela, como sobe ao palco tão cheia de si, como dança com tanto estilo, ou como declama tão afirmativa. Derreto-me mesmo é pela forma feliz, feliz como agradece a palmas do público! Do tipo: batam lá que eu mereço LOL!

3 Comments:
Isso era o que a gente queria, um videozinho a ver-te chorar! :D
(just kiding!) ;)
:)) quer dizer, dizes q não fazes as figurinhas tristes q todas fazemos (com as fotos e as filmagens), mas la no fundo és igualzinha!! LOLOLOL
trying to keep it cool ;)
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