segunda-feira, novembro 06, 2006

DIVÃ (GAÇÕES) ou DO PACOTE AO CABAZ (da maternidade)

(back to the long, long ones. Scaf que ainda me hás-de explicar (mais) essa tua boca foleira!)

Li algures a expressão “pacote da maternidade” e adoptei-a logo. Pareceu-me encaixar bem. E extrapolei logo para a paternidade, que sou pelas paridades :D. Cá em casa, em termos parentais, somos a verdadeira democracia (menos na apanha de brinquedos que aí passo a ditadora. Tem que ser!).

Efectivamente a chegada de uma criança é acompanhada de um dezena/centena/“milena” (riscar o que não interessa) de efeitos secundários. Chamemos-lhe assim.
Também podia falar daqueles 9 meses que precedem a chegada e que já são eles próprios tão profícuos em sensações/vivências nunca antes sentidas/vividas (que linda frase me saiu). No meu caso: enjoos, análises, sustos (há médicos muito, muito burros), enjoos, exames, testes, enjoos, mais sustos (há médicos muito, muito bons), paragens forçadas, enjoos, preocupações, medo, enjoos, muito choro (basicamente por dois motivos: por tudo e por nada), mais exames, mais análises, muito alivio, mais enjoos. E claro, as coisas boas: uma felicidade imensa, uma leveza de alma, uma esperança desmesurada. Uma baleia com alma de borboleta! :P. Uma relação a dois que de repente ganha toda uma outra dimensão. E podia aprofundar isto (ai se podia! *Suspiro*!) não viessem depois umas e outras massacrarem-me com as declarações de amor que (supostamente :P) deixo plantadas blogosfera fora. (Toma!)

Mas ontem (podia-me ter dado para pior. Podia sim senhora), reparo o quanto a designação “pacote” é redutora.
Se não vejamos: é ou não verdade (e estejam à vontadinha para me contrariarem, que assim é que tem piada) que os pacotes transportam sempre matérias mais ou menos homogéneas? Humm?? Exemplos: leite, farinha, manteiga, açúcar, and so on. Tentei um exemplo que primasse pela miscelânea e o máximo que encontrei foi um pacote de cereais. Daqueles moderninhos com chocolate em rolinhos e frutos secos e frutos desidratados e ba bla bla. Mais do que isso não consigo e por isso é que eu acredito que a maternidade, a ser equivalente a uma embalagem, só pode ser: um cabaz!! (e juro que não estou a ser influenciada pelo espírito pré-natalício dos hipermercados!!)

E passo a explicar: tal como na maternidade, no cabaz há o arranjo, o embrulho (ok, ok também há pacotes giros :P mas normalmente são opacos). E há quem se iluda com isso. Há quem ache que vai ser sempre tudo assim. Com laços, com fitas, com brilho, com glamour (e agora digam-me que há cabazes glamourosos, please que se não lá se vai a teoria), com ordem, com equilíbrio. E principalmente, erro supremo, só com coisas boas!

Antes disso há também toda aquela ilusão de quem passa uma vida inteira a esperar um cabaz, que é como quem diz, a sonhar ser mãe. Eu tenho por certo que um dos motivos que tornou a minha experiência tão intensa, com um impacto tão violento, foi o facto de eu nunca ter pensado nisso até conhecer o Zuzo desta casa (e as minhas gravidezes foram planeadas. Planeadíssimas). Aliás a adopção, forma diferente de maternidade, foi sempre o meu projecto de família e mais não digo que o assunto envolve terceiros ;).

Ainda hoje eu e a madrinha da minha filha mais velha, amiga que conheço desde os nossos 5 anos (!!!) e como tal me acompanhou a vida t-o-d-a, nos fartamos de rir ao lembrar as conversa tontas de teenagers em que nos divertíamos a prognosticar o futuro de toda a gente: as donas de casa, as dondocas, as mulheres fatais, as profissionais. Eu seria das ultimas antes que fiquem com ideias erradas!! LOL
E nunca, mas mesmo nunca, ninguém acreditou que eu fosse a primeira a casar e a ter filhas. (Ainda agora quando (re) encontro colegas de curso eles não conseguem disfarçar cara de espanto quando faço um mini-resumo destes meus últimos 8 anos).

Mas fui, e lembro-me que ao desembrulhar o meu 1º cabaz (sem laços, sem folhos e muito menos fitas cor-de-rosa que filha minha quando nasce veste logo de azul, sendo que cedo percebi que só eu, o pai e o pediatra é que achávamos essa atitude aceitável :D), eu descobri a bebé mais bonita que eu alguma vez tinha visto (é certo que eu também só me comecei a aproximar de recém nascidos depois de estar grávida), e também a que chorava mais alto de todas. Nunca bebé algum chorou/chora/chorará mais alto do que a L chorava. E se na altura quando o pediatra me dizia que isso era um sinal de saúde e que não era por chorar mais alto que ela sofria mais (só a palavra cólicas já me arrepia os nervos) do que os outros, era só uma forma de expressão, só me apetecia manda-la pelo correio para casa dele. Que é como quem diz devolver o cabaz, e com portes no destinatário que nessa altura ela era bem gordinha! Agora (que a outra filha pouco ou nada chora e a minha reacção ao choro volta, lentamente, a ser a de uma pessoa normal) sou obrigada a dar-lhe (e já dei!) toda a razão. Também, bolas, é para isso que lhe pago e ainda lhe levo fruta da época :P.

Mas voltando ao cabaz (se bem que duvido que neste momento haja uma boa alma que se mantenha a ler isto. Perfeitamente compreensível :D) eu devo dizer que o meu foi rico em variedade. Saiu-me de tudo!! E se na altura me doeu muito que nos primeiros meses só me pareciam sair coisa más (ter um bebé nos braços que passou os primeiros 4 meses (!!!) de vida aos gritos foi a maior prova de fogo de toda a minha vida. Passei grande parte desse tempo a chorar também eu, a dar-lhe beijos e a desejar, em simultâneo, que voltasse para a minha barriga porque me sentia a manhe mais incompetente do mundo!!! Não fosse, again, este Zuzo e a depressão teria sido certinha!! Há que dize-lo com frontalidade!!).
Mas passado isto foi (e é!) sempre a melhorar. Parece que as coisas amargas saltaram todas fora e as iguarias vieram para ficar. Descobrir-lhe os sorrisos, provocar-lhe as gargalhadas, amparar-lhes os tombos, festejar os passos, ouvir-lhe os sons. E ter a paz de um bebé que nunca ficou doente.

No segundo cabaz (e acho terrível a expressão manhe de 2ª viagem… quer dizer, parece que a 1ª já acabou, não?? Parece que o autocarro voltou ao ponto de partida e vamos fazer as mesmas estações e apeadeiros (ou isto é só para os comboios?). Grrr. Do pior.), foi tudo muito semelhante (eu nunca disse que era normal :P). O facto da minúscula ter nascido às 19h00 e ás 7h00 da manhã ainda não ter dormido mais do que 10 minutos seguidos, e sempre a gritar (não tão alto como a irmã mas ainda assim demasiado alto, e não, não era fome!) acabou comigo! Voltou a intolerância ao choro, o medo, a angustia. Um pai que não nos largava. Um sentimento muito longe da depressão, porque desta vez eu sabia que aquilo ia, mais dia menos dia, acabar.
E a partir dos 2 meses, como que por magia, eu tive o privilegio de ter o bebé mais calmo e dócil possível. E pude, assim, sentir o que era ser a manhe de bebé&criança mais realizada do mundo.

É piada caseira que ao 3º (cabaz) tudo seria perfeito :P.

35 Comments:

Blogger Márcia Carvalho said...

confesso desisti a meio... (falta justificada?)

novembro 06, 2006 2:36 p.m.  
Blogger anne said...

isto tudo para dizer que queres o 3º? Podias ter-te poupado que já toda a gente percebeu
;o)
E já agora eu tb adoro azul seja em meninos ou meninAs.

novembro 06, 2006 2:43 p.m.  
Blogger Zuza said...

Márcia,
justificadíssima. eu nem a meio teria chegado LOLOL

acredita q vais ter MUITO tempo para ler este post. se quiseres, claro ;)))

novembro 06, 2006 2:57 p.m.  
Blogger Pitx said...

o que mais me aborreceu na maternidade foi a catadupa de avisos, sugestões a alertas sobre as dificuldades que eu teria em dormir de noite, controlar a calma nas cólicas ou diluir o pânico nas doenças.

o que eu acho mais fantástico na maternidade foi o facto de ninguém nos conseguir descrever correctamente o quanto isto de ser pai é bom!

novembro 06, 2006 3:04 p.m.  
Blogger Flores said...

Para menina que não das letras colocas sp as coisas de uma maneira fantástica. Este post é exemplo disso. Ao contrário da ursinha eu achei q estavas a arranjar uma justificação para a não-vinda do terceiro. O cabaz estaria recheadíssimo. Isto junto com o anúncio do post anterior. Q te adivinho já babadérrima. Tia (ou madrinha?), ou manhe é impossível ficar(-te) indiferente à tua visão/pacote/cabaz (riscar o q ñ interessa) da maternidade. ;)

(ando com tantos medos em relação ao segundo q só te posso agradecer; a ti e aqui ao homem q saiu da penumbra para participar no fórum do galinheiro. :D)

novembro 06, 2006 3:15 p.m.  
Blogger Zuza said...

Pitx,
é uma pena mas já não temos tempo de falar no pacote da paternidade desta casa. Este Zuzo aparente e profundamente nasceu para ser pai (que tudo o que lhe faltava era ser pai)! E é incrível como sendo as nossas filhas as mesmas (juro! LOL) eu e ele encaramos tudo de maneira tão diferente. Com ele tudo foi simples, fácil, natural. Também é piada caseira que ele como marido é um poço sem fundo de defeitos mas como pai ronda a perfeição. :D

(eu sei que não era sobre isto o teu comentário, mas apeteceu-me! Este tb é um blogue do que me vier à cabeça! :P)

Flores,
GMMT
You (and yours) will always be the special one!!! Mesmo eu já não sendo a madrinha :DDD

Em relação ao 3º eu não tenho a mínima ideia do que tencionamos fazer. Só o tempo (e o orçamento, por muito cruel que isto possa parecer é a verdade) o dirá! E a ser, já sabes, seria daqui a +/- 5 anos.

(não sejas injusta. Ele disse q isso era um salão de cabeleirEIRO!! LOL)

novembro 06, 2006 3:32 p.m.  
Blogger LP said...

Diz-me a experiência (minha, pouca ou muita não interessa) que o que vem no cabaz é sempre uma surpresa. Para mim o 2º entrou na minha vida como um furacão, quanto ao 3º não tenho expectativas, nem medos, nem esperanças.

novembro 06, 2006 3:33 p.m.  
Blogger Repolha said...

E quem chega ao fim recebe o quê? Deixa-me adivinhar: um cabaz?!

Sem opinião formada sobre choros de recém-nascidos a toda a hora - já que me saiu uma que nem chorar sabia -, mas perita em choros dos 3 meses em diante... (como vês há cabazes (que gostei mesmo muito da expressão) muito diversificados nesta coisa de maternidade).

E a encomenda desse 3º cabaz está para ser feita? hummmmm :)

novembro 06, 2006 3:33 p.m.  
Blogger Tita Dom said...

:-)) Estou com a Ursita e a vinda do sobrinho deu-te saudades de tudo a que um cabaz tem direito, a mim também anda dando...
E por incrível que pareça recordo os momentos menos bons que duda me deu, noites sem deitar olho, também pelas desgraçadas cólicas com alguma ternura, pk creio que o cabaz sem esses pequenos dissabores não faria o mesmo cabaz... Força nisso!

novembro 06, 2006 3:39 p.m.  
Blogger Ana said...

Gosto da palavra pacote....o resto (420 linhas) leio à noite.

Xau pa ti

novembro 06, 2006 3:47 p.m.  
Blogger S.A. said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

novembro 06, 2006 3:56 p.m.  
Blogger S.A. said...

Eu li em 3 vezes... e tive que copiar para o word para não dar nas vistas... e qdo ia a subir a janela (sim pq eu leio debaixo para cima...) nem queria acreditar q nunca mais chegava ao "titalo"!
E estou com a Flores, qdo tiveres menos tempo disponivel vou ter saudades de te ler!

novembro 06, 2006 3:58 p.m.  
Blogger Ana Paula said...

O meu "pacote", sendo o primeiro (AINDA), foi muito bom. Só trazia coisas boas. Para o 2º., espero que não traga muitas surpresas, mas se trouxer nós cá estamos para dar luta.

Mas adorei o teu post e li até ao fim...

P.S.: o bolo é DELICIOSO.

novembro 06, 2006 3:58 p.m.  
Blogger S.A. said...

(fui eu q escrevi aquilo? arghhh)

novembro 06, 2006 3:58 p.m.  
Blogger Zuza said...

Ana Paula,
acho bem q elogies q me deste uma canseira a passar aquilo para o mail :DD

Ana,
WHAT????
eu leio as revistas e o jornal do fim para o princípio... mas isso parece-me a loucura total!!! :DD

novembro 06, 2006 4:43 p.m.  
Blogger Ana Paula said...

E tu cansaste-te por passar meia dúzia de linhas??
Mas deixa lá que valeu muito a pena... Queres que te mande um bocadinho para compensar a dor nos deditos?

novembro 06, 2006 4:56 p.m.  
Blogger Zuza said...

Ana Paula,
não. quero uma receita em troca :D:

novembro 06, 2006 5:09 p.m.  
Blogger Ana Paula said...

De doces??
Diz-me alguma coisa que gostes.
(Até parece que sou cozinheira...)

novembro 06, 2006 5:20 p.m.  
Blogger Quita said...

Gostei do post, gostei das analogias, gostei muito de saber que não fui a única a ter uma filha com choros incontroláveis até aos 5 meses (e que a meu ver não eram cólicas mas sim choros coléricos).
Gostei especialmente de saber que com o segundo cabaz já foi diferente. É que para mim um blog é muito importante para a troca de experiências e vivências.
Fazemos assim eu vou ao 2º e tu ao 3º e continuamos a trocar vivências, boa??

novembro 06, 2006 5:45 p.m.  
Blogger Morena said...

Eu ando sempre por aqui, embora não anda numa de comentadeira, mas não podia deixar passar em branco estes dois últimos, talvez mesmo por serem os últimos... ou talvez não. Sabes bem que vou ter saudades vossas e espero que vos corra sempre tudo bem. E sim, li tudinho até ao fim e gostei (muito) do cabaz. Quanto ao meu primeiro também me saíu uma bebé chorona que berrava mais alto que qualquer outro, que só queria colinho a mimo (e não era fome), que a certa altura tinha que ter a mãezinha para t-u-d-o (e ainda só tinha 4 meses) e enfim. No 2º cabaz não sei o que me espera mas confesso que penso muitas vezes "pior é impossível". A ver vamos. Quanto ao teu 3º... coragem, se a vida me correr bem depois faço-te companhia nessa viagem!
Um beijo enorme

novembro 06, 2006 8:54 p.m.  
Blogger Ana said...

Acho a ideia do cabaz coerente. Realmente os cabazes são sempre muito feios (eu acho os bebés recém-recémmesmo-nascidos muito feios) ao primeiro vislumbre mas à medida que se desembrulha o celofane aparece de tudo um pouco. As coisas que gostamos, as surpresas boas e más, as frustações e os itens menos bons. De tudo um pouco.

Mas é tão bom receber um cabaz!

ti jei pa ti

novembro 06, 2006 10:04 p.m.  
Blogger Mae Frenética said...

Como li o post de cima primeiro ainda nao consegui ler este de baixo. Tb, tao longo! ;)

Sinceramente? Só me apetece chorar...

novembro 06, 2006 11:25 p.m.  
Blogger scaf said...

Eu cheguei ao fim (Juro!)...quando te leio nunca me parece demais.
Nem sei a que boca te referes :P muito menos foleira, eu não mando bocas foleiras. Quanto as cabazes...olha, eu ainda só abri um, e tenho muuuuuuuuuita pena que não aproveitei ao máximo. Não me deliciei com a abertura dele, no meio de um stress que ainda hoje não entendo. Quer dizer, entender até entendo, mas tenho pena que assim tenha sido. Talvez por isso a vontade de abrir um 2º cabaz seja grande, a ver se na próxima não desperdiço tanto o tempo :)

novembro 07, 2006 9:04 a.m.  
Blogger scaf said...

e olha, eu por acaso tenho a "mania" de começar a ler os posts pela ordem cronológica. E só agora li o primeiro...se o tivesse lido antes nem tinha deixdao tantos comentários! Humpf! Apetecia-me chamar-te um nome que eu cá sei (e tu também).
Bahhhhhh
FO-LEI-RA!

novembro 07, 2006 9:06 a.m.  
Blogger Márcia Carvalho said...

Já em casa, a sós, li e voltei a ler! O papel selofane(?) dá a qualquer cabaz aquele aspeco de que tudo o que lá está é delicioso mas depois, ao desembrulhar, acabamos sempre por encontrar uma ou duas coisas de que não gostamos. O cabaz (package?) tem esse encanto... para mim o maior dos encantos tem sido o do esquecimento. Já viste como, com o passar das tempestades, as coisas parece que nem foram tão graves?

novembro 07, 2006 10:18 a.m.  
Blogger Anna^ said...

Gostei deste post com sabor a cabaz de Natal ;) mas afinal depois no post de cima,tiraste-me o doce da boca e ficou um tragozito amargo :(
Deixa-te de merdas e aparece pelo menos para pores as prendinhas na chaminé ;)

beijinho

novembro 07, 2006 10:41 a.m.  
Blogger . said...

Não estou a perceber e, confesso, ainda estou aqui a coçar os olhos e a cabeça, a pensar que ainda estou a dormir. Se calhar ainda estou. Leio um post, que é dos melhores que já li teu, com a clareza do costume e a tua forma colorida de pintar as letras e os sentimentos. Depois olho para o post acima, e aperta-se-me a maça de Adão pq algo se me escapa, neste caso tu e as tuas zuzinhas (é intervalo? É sí intervalo, certo?). E depois tomo consciência de que ninguém aqui tem o "direito" de cobrar o que quer que seja, mas, caraças, a blogosfera está cheio de exemplos parecidos: porque é que as pessoas se despedem assim, tiro e queda, pega lá um tiro no coração e está fechada a porta de casa (pq está) e tu vai à vida. Novamente, coço os olhos e a cabeça e bem sei que tudo na vida é efémero e que esta era uma janela que podias fechar quando quisesses, como todas nós. Seguro-me na palavra intervalo. Um intervalo significa uma pausa (quem sabe para umas férias, um recomeço, um descanso). N te peço explicações, COMO É LÓGICO, mas tenho de te avisar que estou sentada no sofá da tua sala (e não me tiras daqui), à espera que reabras a porta.

novembro 07, 2006 11:14 a.m.  
Blogger Mãe do Outro Mundo said...

1º Adorei o post, como alguém disse, já com um gostinho a Natal.

2º Tou triste com o Break.

Espero que seja por um motivo feliz. Vou continuar a espreitar sempre para ver se há algum post gigantescamente longo para me deliciar.

Beijinhos

novembro 07, 2006 11:30 a.m.  
Blogger Mar said...

Estive aqui a pensar, a pensar, e não sei bem o que te dizer...

Isso do cabaz é sugestivo, mas falta dizer que depois os produtos que vêm lá dentro se misturam, dando bons ou maus resultados (há uma dinâmica própria dos irmãos). Espero que os cabazes venham de lojas diferentes, ou não me aventurarei nunca a ir ao segundo... Outro a não dormir daria cabo de mim!!

Este fechar repentino de porta é muito estranho, não me pareces nada dada a crises existenciais! Mas cá estaremos para a reabertura!! :)

novembro 07, 2006 11:56 a.m.  
Blogger ddm said...

Adorei o cabaz!
Acho que vou mudar de pacote para cabaz porque eu até tenho a mania de usar essa expressão. :)

Eu que também leio os post por ordem cronológica li o último em último e estou aqui a ver se me recomponho... :(

Espero que seja só por bons motivos!
Vou continuar por aqui...

Beijos

novembro 07, 2006 12:34 p.m.  
Blogger RB said...

Estou triste, mas quem sou eu para ficar triste...
:( um beijo de volta

novembro 07, 2006 12:51 p.m.  
Blogger Jolie said...

Eh pá fabuloso!

Primeiro: concordo em absoluto com a troca de pacote por cabaz

Segundo: Muito enjoo a menina teve :p

Terceiro: Toca a vir o terceiro (seja de uma maneira ou outra) para ver se a teoria vira certeza!

Cheguei ao fim, e ainda lia mais... e se não fosse o post seguinte... enfim... siga p'ra bingo!

Beijos

novembro 07, 2006 1:02 p.m.  
Blogger Ana said...

Não escreves mais porque estás com enjoos?

novembro 07, 2006 3:57 p.m.  
Blogger Cool Mum said...

Caixinhas (ou caixotes) de surpresas, e sem prazo de validade 'melhor consumir antes de' - é para abocanhar logo.
E mágicas, pois estão cheias de cada vez que tiras a tampa.
O resto, o tempo o dirá...

novembro 12, 2006 12:40 a.m.  
Blogger InêsN said...

porra, que uma gaja confia no bloglines e quase perde estas pérolas...

gostei MUITO!

ps - sendo que o meu 2º cabaz saiu-me bem mais difícil que o 1º...melhor não experimentar um 3º, certo? ;p

novembro 15, 2006 9:37 p.m.  

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