quinta-feira, outubro 26, 2006

QUARTA-F (ÓRUM) EIRA

E eis que um destes dias vejo entrar cozinha adentro a minúscula cá de casa de óculos escuros (:P de plástico) na cara mas em nítido desnível, carteira ao ombro (cor-de-rosa pois claro que há uma igual em laranja mas é para a que chegar em ultimo, e nesse dia a L. nem estava em casa) e carrinho de bebé-boneca ao empurrão com a respectiva lá dentro. E a minha alma ficou (ainda mais) parva.

Como??? Como é possível que um piolho que só agora aprendeu a andar já faça estas figuras???
E a resposta será, talvez, muito fácil: IMITAÇÃO. (Da irmã, claro! :PP)

E isto foi só mais um exemplo. Podia falar na forma “inata” como se sentou, agarrou e lançou nos baloiços depois de meses a observar a irmã a partir do carrinho. Na forma tranquila como andou de carrosséis, quando tantas crianças de 3 e mais anos fizeram o carrossel parar para sair a meio da viagem. Na forma igualitária como trata as crianças mais velhas da creche (e isto, digo já, foi coisa que me chocou imenso). Na forma exemplar como quer comer sozinha. Na forma maternal como embala e alimenta as bonecas. And so on, and so on…

Se calhar nada disto é estranho e o que haverá mais são crianças de 13 meses a fazer o mesmo. Nós estranhamos pela diferença da L. aos mesmos meses. E fico, por isso, na dúvida se o comportamento dela será muito, ou pouco, influenciado pela presença da irmã…

E lembrei-me de um livro do Sr. Brazelton, que por acaso, ou não ou não, foi o único que eu li: «COMPREENDER AS RELAÇÕES ENTRE IRMÃOS».
A certo ponto ele fala, e a partir de agora sou eu a interpretar o que li e que pode não corresponder exactamente ao que ele escreveu ;)), na diferença que é ser o filho mais velho, o mais novo e o do meio se for caso disso. Na forma como a ordem pela qual se nasce pode influenciar as relações entre eles e, entre eles e nós, pais. Na forma como pode influenciar o desenvolvimento da própria criança. Ora isto fez algum sentido na altura. Ora cada vez faz mais.
Depois disso passei os olhos por um estudo que dizia que, por exemplo, os filhos mais velhos têm forte tendência para serem melhores alunos que os irmãos, e que também é uma forma de dizer que ser o mais velho realmente faz diferença…

Mas pergunto eu: será assim tão linear??? Certamente que existiram excepções. Mas na maioria dos casos faz, ou não, diferença a ordem pela qual se nasce???

Notinha da redacção: agradeço de antemão as respostas muito embora não esteja certa se terei feito a pergunta da forma correcta. Vamos indo e vamos vendo :)))

47 Comments:

Blogger Ana said...

Já existem dias temáticos neste blog....gostei!

Já estás como o Feira Nova :)

Já cá volto.

outubro 26, 2006 11:07 a.m.  
Blogger Ana said...

3 jás LOLLL

outubro 26, 2006 11:08 a.m.  
Blogger Márcia Carvalho said...

Parece-me que independentemente da ordem pela qual se nasce os pais nunca conseguem dar a mesma educação aos seus filhos. Podem transmitir-lhes os mesmos valores e principios porque são os seus. Podem proporcionar-lhes o mesmo ambiente familiar, social. Dar-lhes as mesmas oportunidades económicas. Abrir-lhes os braços e dar-lhes os mesmos beijos. Mas nós, filhos, não somos apenas aquilo que os nossos pais nos dão (em todos os sentidos). Somos também fruto do mundo onde vivemos, das pessoas que conhecemos e das relações que estabelecemos. A nossa personalidade; as nossas ampetencias e apetidões; os nossos sonhos e desejos não são eles também o resultado do mundo onde vivemos?! Terá isto a ver com a ordem pela qual se nasce?!

outubro 26, 2006 11:26 a.m.  
Blogger Mae Frenética said...

Faz diferença sim senhora.
Mas isso de ser bom aluno e tal, não tem a ver directamente com ser o mais velho, masi novo, etc...

Acho q, por exemplo, regra geral, o mais velho é mto mais responsável q o mais novo (tenho exemplos desses na familia directa...), mas o mais novo é mais despachado (talvez querendo acompanhar o irmão...)

outubro 26, 2006 11:27 a.m.  
Blogger Zuza said...

Márcia,
mas o livro fala muito na forma diferencial como os pais, mm sem quererem, são tentados a tratar os filhos de forma diferente.
E agora terminas sp com uma pergunta? :P

Frenética,
desculpa mas o estudo que eu li fazia a ligação DIRECTA entre ser o mais velho e ser melhor aluno. ponto.
tenho pena de já não me lembrar onde li.

outubro 26, 2006 11:36 a.m.  
Blogger Mae Frenética said...

Curioso, os exemplos todos q eu conheço não são assim (o meu pai, o meu marido, a minha mãe, a minha prima, eu própria, mas não posso entrar na contagem por outras razões q qq dia conto)...

outubro 26, 2006 11:59 a.m.  
Blogger Mae Frenética said...

E sim, os pais tratam os filhos de maneira diferente, até por uma razão mto simples: com o mais novo há menos surpresas e mais desenrascanço!!

outubro 26, 2006 12:00 p.m.  
Blogger Márcia Carvalho said...

Quanto ao resto Zuza eu percebo isso e acho-o muito natural até porque os próprios pais não são os mesmos. A própria experiência lhes dá diferentes níveis de confiança no relacionamento com os filhos. O seu desenvolvimento humano, crescimento pessoal (os pais também crescem e amadurecem); o contexto social em que vivem tudo isso interfere na forma como os pais olham os filhos e os educam. Era a isso que eu me referia, não sei se me expliquei bem! Um pai e uma mãe não são os mesmo depois de terem um filho, ou dois ou três. Tu vês isso nas coisas mais pequenas e nas decisões maiores. Apesar disso acredito que a base é sempre a mesma no que toca aos valores fundamentais pelos quais a família se rege! Com isto não acredito que os "instrumentos" que cada filho tem ao seu dispor para construírem a sua vida sejam melhores ou piores consoante sejam o filho 1, 2 ou 3. Não acredito nas teorias pedagógicas que penalizam os pais ou que os levam a auto-penalizarem-se. É normal que um pai "falhe" (gostava de ter encontrado outra palavra) numa qualquer decisão em relação a um dos seus filhos e que perante a mesma situação, com outro filho, a tomada de consciência o leve a agir de outra forma. Isso não significa crescimento para toda a família mesmo que implique medidas diferentes para filhos diferentes?! (não foi de propósito, juro!)

outubro 26, 2006 12:12 p.m.  
Blogger Quita said...

Eu acredito que ser o irmão mais velho é o mais dificil, em seguida ser o mais novo. Ser o do meio é o mais fácil (que é o meu caso) somos um ponto intermédio com responsabilidade, mas não tanta, criamos expectativas mas não tantas como o mais novo. No meu caso o mais velho tb não era melhor aluno, acho que isso nem tem muita lógica!
Mas como eu já comentei na Cool algum tem de ser o mais velho, mas tb teve a vantagem de ter a exclusividade dos pais coisa que os outros não sabem o que isso é. Eu, por exemplo, não faço ideia do que seja não ter irmãos!!
Não respondi a nada, pois não?!?! LOL!

outubro 26, 2006 12:17 p.m.  
Blogger ddm said...

Será que o estudo que leste foi o "Ser único ou Ser irmão" da Otília Monteiro Fernandes? É que ela também faz essa ligação directa (mais velho, melhor aluno).

Eu na minha (ainda pequena) experiência de 3 meses (de mãe de dois, sei que já não estou a tratar os meus filhos da mesma maneira; a tranquilidade, a segurança que sinto agora com o T. não existiam na altura em que C. nasceu e isso já faz toda a diferença.
Depois os meus filhos nunca vão ser iguais, o seu temperamento será certamente diferente, os seus gostos, as suas manias, as suas aptidões, etc., etc. e isto vai fazer com que a nossa relação com eles vá ser diferenciada.
E para além disto é necessário ter em consideração que as experiências que cada um vai viver serão diferentes, o mais novo terá sempre o irmão mais velho, o mais velho foi filho único durante algum tempo... e isto tem influência.

(Bem, mais um testamento :P)

outubro 26, 2006 12:17 p.m.  
Blogger Mae Frenética said...

Oh Mamã P, é assim bom ser o do meio? Pergunto, não afirmo!
Pq sempre me disseram q o do meio sentia-se sempre mais "marginalizado" ( e tb gostava de ter encontrado outra palavra...)

outubro 26, 2006 12:21 p.m.  
Blogger ddm said...

Pois... estou como a Frenética, eu sempre ouvi dizer (e o estudo que referi também diz isso!), que os irmãos do meio são os que têm mais dificuldade em definir a sua posição na fratria, não são os mais velhos (logo não têm as responsabilidade), mas também não são os mais novos (não podem ter a "irresponsabilidade")... em compensação são geralmente mais autónomos e independentes.

outubro 26, 2006 12:27 p.m.  
Blogger Tita Dom said...

:-))) ARRE QUE ESTA CASA DA-ME VONTADE DE ENGRAVIDAR!!!

outubro 26, 2006 12:28 p.m.  
Blogger morgy said...

Curioso que toda a minha vida observei amigos meus irmãos, e o mais velho era sempre melhor aluno.
Mas acho que o mais novo desenvolve mais depressa, pela imitação e pelo estimulo.
Giro é que até já notei isso nos meus gatos :)

outubro 26, 2006 12:29 p.m.  
Blogger S.A. said...

Penso nisso tantas vezes.
Vou lendo e aprendendo aqui no forum.
No comments para já...
(até pq eu tenho uma mania muito estupida de comentar antes de ler ou outros comentários....)

outubro 26, 2006 12:57 p.m.  
Blogger . said...

Hum... bem, cá vai o meu contributo. Eu sempre fui boa aluna mas o meu irmão, mais novo 3 anos, conseguiu ser ainda melhor, assim tipo o melhor aluno daquela faculdade desde o 25 de Abril... (eu também fui da minha, mas só da turma :-)) Ele é de facto o "génio" da família. E acho que sempre fomos tratados da mesma maneira, independentemente de idades e sexo.

outubro 26, 2006 12:58 p.m.  
Blogger S.A. said...

(Já mandei uma gargalhada com o comment da Sorrisos!! Eheheheh!)

outubro 26, 2006 1:03 p.m.  
Blogger Flores said...

Posso voltar daqui a ano e meio? Posso? É q por enquanto só há uma cria. Aqui a je ñ pertence a nenhuma fratria e o respectivo tb ñ.

Mas posso desde já fazer uma pergunta ou tirar uma ilacção: então em caso de filhos únicos a inteligência ficou toda com o próprio?

(egocentrismos - no need to answer)

outubro 26, 2006 1:15 p.m.  
Blogger Zuza said...

Vamos lá!

A parte em que ele se refere ao tratamento diferencial vai muito por aqui: pais que tenham sido irmãos mais novos podem ter tendência a proteger estes, ao contrário de pais que tenham sido irmãos mais velhos e que poderão tender a proteger o filho mais velho e por aí fora…

Ora eu acho piada pq como sou (tristemente) filha única (não tão egocêntrica quanto umas e outras LOL), e o Zuzo é o irmão do meio logo não corremos em principio, supostamente, esse risco ;))

O livro também fala na posição “descomprometida” do irmão do meio… que muitas vezes pode “andar às aranhas”, mas que tb pode ter vantagens importantes.

Podíamos entrar aqui com as formas como aprendemos (psicologia 9º ano + curso de formação de formadores LOLO): por intuição, por tentativa/erro, por imitação… e sem duvida que o mais velho aprende menos por imitação… será por isso que depois se torna melhor aluno, pergunto? :D

Se eu não responder pessoalmente não é por não ter gostado do comentário… é mesmo por não ter nada a acrescentar ;)))

mamãXana,
acho que não. Era estrangeiro e relativamente recente (americano ou inglês, claro!)

Morgy e Susana,
Welcome a bord ;)))

Tita,
Ainda vou ser madrinha virtual dessa criança :DDDD

outubro 26, 2006 1:27 p.m.  
Blogger ddm said...

O livro de que falei é recente (Outubro de 2005) e vai muito na linha daquilo que tens escrito.

Eu e o J. somos os dois irmão mais velhos e por acaso melhores alunos... :P

outubro 26, 2006 1:38 p.m.  
Blogger Cool Mum said...

Acabei de chegar.
Sem reflectir muito ou tecer considerações sobre disponibilidade dos pais etc. penso que:
- o mais complicado é ser o do meio
- conheço muitos casos (myself included) em que o mais velho/a foi o melhor aluno
- os segundos e terceiros aprendem muito, muitíssimo com os irmãos
- isto pode ser ainda mais visível quando o primeiro só foi para o infantário depois dos 18 meses

A V tem uma desenvoltura, independência e desenrascanço que nenhuma das irmãs tem. Percebeu desde cedo que tem de lutar pelo seu lugar.
E quando apanha uns óculos de sol vira-se para nós e diz: Uau!

outubro 26, 2006 1:42 p.m.  
Blogger Zuza said...

MamãXana,
tudo o q tenho escrito é do livro do Brazelton.
o estudo só falava em exclusivo da relação irmão mais velho/escola.

fiquei curiosa desse q falas ;)

outubro 26, 2006 1:48 p.m.  
Blogger Zuza said...

Cool,
é mm isso q noto. o facto da L. além de mais velha só ter ido aos 2 anos para a creche, "moldou-lhe" o carácter...

outubro 26, 2006 1:50 p.m.  
Blogger ddm said...

Esqueci-me de dizer: segundo a autora do livro os filhos únicos têm geralmente um melhor índice de auto-estima e a interacção exclusiva com os pais favorece ainda um maior desenvolvimento cognitivo, mas a sua performance intelectual é ultrapassada pelos irmãos mais velhos. Esta diferença parece dever-se ao facto de os únicos não poderem exercer o papel de interlocutores entre os irmãos mais novos e os pais, actividade que potencia o desenvolvimento verbal e cognitivo.

(Hoje estou a escrever muito... mas este assunto entusiasma-me!:))

outubro 26, 2006 1:52 p.m.  
Blogger scaf said...

Eu cá acho que o Brazelton é como o Marcelo Rebelo de Sousa, tem sempre opinião para tudo! arre!

outubro 26, 2006 1:52 p.m.  
Blogger scaf said...

e a minha opinião deixo para mais tarde, que nem sei bem o que penso sobre isto.Acho que não é um assunto em que se pode dizer: "é sempre assim, e a regra é esta..."

outubro 26, 2006 1:58 p.m.  
Blogger Ana said...

Minha experiência como filha (a acelerar senão ninguém recebe ordenados):

Eu sou filha a mais velha, muito + mimo dos avós ("é a minha primeira netinha"), igual mimo dos pais em relação às outras crias, muito mais peso da responsabilidade nas costas, alguma inteligência.

Mana do meio, foi deixada mais "à vontade", nunca teve o mesmo controlo que eu tinha porque depois veio a mana mais nova e ela ficou livre (demais), alguma inteligência.

Mana + nova, muito mimada por todos, mais independente, consegue ser a "mãe" de todas nós, inteligente.

Acho que a inteligência não tem nada a ver com os irmãos, mas sim a forma de se empenhar nos estudos e para isso contribui os irmãos e a relação entre eles.

outubro 26, 2006 2:38 p.m.  
Blogger anne said...

penso que não há regras para nada, principalmente em termos comportamentais porque o caracter "inato" da criança também interfere no seu comportamento, mas penso que o facto de haver outros irmãos pode afectar muito as crianças. O mais velho tendo perdido o estatuto de único pode querer chamar a atenção e para isso usa o que tem mais facil para ele. Isso pode ser uma melhoria nos estudos, ou então o contrario, começar a fazer asneiras do "arco da velha" e remete-los para 2º plano. Já o mais novo normalmente não querendo ficar atras pode desenvolver-se mais rapidamente. E até pode não ser nada assim, mas pelo que vejo,e pelo meu proprio exemplo...

outubro 26, 2006 2:50 p.m.  
Blogger Mar said...

Estive a pensar na minha família (somos 22 primos) e amigos e cheguei às seguintes conclusões:
- sim, em regra, o mais velho foi o melhor aluno. Talvez por maior necessidade de corresponder às expectativas dos pais, até porque nem sempre é o mais inteligente;
- os mais novos são mais desenrascados, mais simpáticos, mais meigos, menos cumpridores.
- os do meio (quando há) variam muito.

Acho que faz alguma diferença. Tenho apenas 3 anos de diferença do meu irmão, mas apanhámos os meus pais em fases da vida diferentes. Ele teve mais estabilidade e desafogo. Eu tive mais disponibilidade nos primeiros anos de vida, mais experiências e mais estímulos, porque ia com eles para todo o lado (depois do segundo, deixaram de ir a todo o lado)! :)

outubro 26, 2006 2:54 p.m.  
Blogger XanaA. said...

Tenho apenas uma irmã e é mais nova. Uma grande amiga minha tem apenas uma irmã e é mais nova. Eu e a minha amiga sempre fomos muito boas alunas, mas as irmãs mais novas eram (são) excelentes. Entraram as duas em Medicina, no Porto (a minha ainda está a estudar, a dela já deve estar a exercer).

Penso que as diferenças, intelectuais ou outras, entre irmãos estão relacionadas com múltiplo factores: a personalidade/maturidade dos pais e o tratamento que dão a cada um dos filhos, a personalidade dos próprios filhos, o meio social, a família alargada, a situação financeira, as mudanças que vão acontecendo ao longo da vida (e há tantas)...

No meu caso, acho que mesmo o ano em que nasci e o ano em que nasceu a minha irmã fez muita diferença. Nasci no final da década de 70. A minha irmã naceu a meio da década de 80, altura de profundas transformações e inovações. Teve de imediato acesso a muita informação e tecnologia, por exemplo, além de algumas mudanças a nível social e económico que aconteceram no mundo ocidental em geral.

outubro 26, 2006 3:16 p.m.  
Blogger Zuza said...

mamãXana,
muito e bem que até respondeste à Flores mm sem ela querer resposta :DD

oh Scaf,
se o tema fosse desses qual era a piada de fazer fórum? :D
e LOL pra comparação mas eu do Brazelton só quis mm saber a opinião dele neste assunto ;))

Ana,
Querias dizer boas alunas, certo? Inteligência não é a mm coisa.
Estranhei a tua ultima frase… mas vai lá pagar os salários e depois volta ;D

Ursita e Mar,
Pois, nada como irmos pelos nossos próprios exemplos ;)))

outubro 26, 2006 3:19 p.m.  
Blogger Quita said...

Eu gosto muito de ser a irmã do meio. Para mim foi uma grande vantagem, mas vou ali fazer um post sobre o assunto e já volto (senão tenho de fazer aqui um "testamento". "Me aguardem"!!!

outubro 26, 2006 3:27 p.m.  
Blogger Tita Dom said...

:-)) apenas 1.67m

outubro 26, 2006 3:30 p.m.  
Blogger Tita Dom said...

Ou seja zuza - é isto que se chama um forum?
Alguem lança um tema, e o resto comenta sobre ele? certo?

outubro 26, 2006 3:45 p.m.  
Blogger Ana said...

Percebi-te, também Eistein era hiper inteligente e mau aluno mas estou a falar de inteligência, porque, das três, só houve duas boas alunas.

Acredito que a ordem pela qual aparecemos no mundo tem tudo a ver com a nossa maneira de estar e de viver.

Se eu fosse a irmã do meio provavelmente era uma pessoa muito mais descontraída....who knows!?

outubro 26, 2006 3:54 p.m.  
Blogger Zuza said...

XanaA,
Isso é um situação interessante de que a Mar tb falou: o facto de os pais terem os filhos em alturas distintas da vida… principalmente quando há, pode não haver, uns bons anos de intervalo entre uns e outros.

Mamã p.,
Aguardamos expectantes ;)

Tita,
Sim :D
Basicamente é isso. Há fóruns que depois viram chats! Antes isso que chatos :DD


Ana,
Tu não sei, mas o Zuzo (do meio) é a descontracção em pessoa. Os irmãos não ;)

outubro 26, 2006 4:09 p.m.  
Blogger Mae Frenética said...

ja te respondi à tua "humilde opiniao" LOLOL!
Mas olha q o post nao foi sobre o teu comentario. Fiquei a pensar nele e noutros , olha, na vida!

outubro 26, 2006 4:12 p.m.  
Blogger scaf said...

Sim, mas neste não tenho uma opinião tão bem definida como em alguns casos :P

outubro 26, 2006 4:14 p.m.  
Blogger Repolha said...

Não só a ordem pela qual se nasce como a diferença de anos entre os irmãos. Se és a mais nova, mas o mais velho tem 20 anos não terás um irmão mais velho, mas dois pais. Se fores esse irmão nunca te ralarás a dar o melhor de ti para permaneceres o favorito (e aqui poderá residir a razão pela qual a maioria dos irmãos mais velhos é melhor aluno independentemente do QI) após o nascimento do mais novo.
Sobre os bebés em geral, mais novos, mais velhos ou únicos: sempre que existe um contacto com crianças mais velhas há um desenvolvimento muito mais acelerado. Isto porque uma criança de um ano preferirá imitar uma criança de quatro anos do que um homem de 40. Resta-nos rezar para que os estímulos sejam os melhores (hehehe). Lembra-me o ter andado a ensinar a minha piquena a fazer o som do índio durante meses. O pai também tentava ensinar, a tia idem idem. Até ao dia em que a prima de 12 anos fez uma vez (UMA SÓ VEZ) e ela repetiu como se o fizesse há 300 anos. O beber pela palhinha foi igual. Ou seja a chavala não liga nenhuma ao que eu lhe ensino LOL

outubro 26, 2006 4:21 p.m.  
Blogger Rosa said...

Eu não tenho dúvidas de que a ordem pela qual se nasce influencia muito. Não influenciará, claro, é todas as pessoas da mesma maneira.

P.S.: Já agora, eu sou o "filho-sanduíche" ;)

outubro 26, 2006 4:34 p.m.  
Blogger Quita said...

Vai lá espreitar e diz-me se me expliquei bem, ou não!

outubro 26, 2006 6:47 p.m.  
Blogger Zuza said...

OBRIGADA a todas. Gostei muito.
Acho que a frase da Rosa pode servir de acta resumida do fórum de hoje :DDD

outubro 26, 2006 11:50 p.m.  
Blogger scaf said...

olha, forum encerrado, logo agora que eu vinha deixar a minha opinião :P

outubro 27, 2006 10:49 a.m.  
Blogger Zuza said...

Scaf,
aiiiii sua... FOLEIRA!!!
Tu não me provoques que eu abro já um fórum novo só para ti!!!!

(já agora obrigada por me dito que ontem era quinta e não quarta-feira :PPP)

outubro 27, 2006 10:59 a.m.  
Blogger scaf said...

É quarta feira quando um Homem quiser, deixa lá isso!
Nãaaaa, agora amuei e já não falo mais :P

outubro 27, 2006 11:49 a.m.  
Blogger . said...

Não participei no fórum! Ohhhh. Não tive tempo... Penso que o essencial foi dito. Não sei responder a isso das inteligências. Sei que as diferenças são brutais. A minha irmã é mais perfeccionista e metódica; eu gosto de viver no meio da papelada. Ela dá ares de ser mais frágil (e não é!) e a mim ninguém me passa a mão pela cabeça pq pensam que sou muito forte. Ou seja, faço tudo sozinha, sempre fiz. Tudo passa pela imagem que os pais criam de nós que, às vezes, nem sequer corresponde à realidade...

outubro 27, 2006 12:49 p.m.  
Blogger Zuza said...

Estrelinha,
juro que senti a tua falta!!! ;)
isso da imagem q criam de nós é tãoooo verdade! eu q o diga ;)))

outubro 27, 2006 12:55 p.m.  

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