DEDUÇÕES (I) LÓGICAS
Eu pedi sinónimo de cônjuge. TU escreveste “pares”.
Eu gostei. Instintivamente. E depois fiquei a pensar nisso…
Associo “pares” a dançar. A danças de salão. E dançar combina na mouche com casamento (ou união de facto ou união sem facto ou whatever que o papel passado e a aliança no dedo é muito relativo, ou secundário…).
Porque um relacionamento implica ritmo. Não tem é que ser constante. Repetitivo. Nada como alternar uma fase agitada de Salsa ou Cha cha cha com o ritmo quente do Mambo, nada como alternar uma fase sedutora do Tango com uma clássica Valsa. Estão a ver a ideia? É melhor parar por aqui que como não percebo nada disto (mas gostava, ai se gostava) ainda comento uma gaffe.
Porque um relacionamento implica dois. Porque muitas vezes parece que são dois mas um já foi embora há muito tempo e outro nem deu conta. Porque muitas vezes em vez de dois estão lá é 3 e até mais e isso já passa a ser um folclore.
Porque num relacionamento há sempre um que conduz. Não tem é que ser necessariamente sempre o mesmo. Podem até conduzir em simultâneo, mas isso implica uma sintonia ainda maior. Envolve tempos afinadíssimos. Mas é bonito de se ver. E ainda mais de se fazer.
Porque num relacionamento tem que haver treino. Por muito bem que se comece ninguém pode ficar parado a pensar que já sabe tudo. Que já fez tudo. Que já viu tudo. Há sempre que evoluir. E sempre a melhorar.
Porque num relacionamento tem que haver toque. Contacto. E não estou a falar de intimidades. Estou a falar de mãos que se juntam e de olhares que se falam. Sem medos. Sem reservas.
E fico a pensar na questão das pausas. Dos intervalos. Nas danças. Que nos relacionamentos dá-me ideia que não se deve fazer isso, pois não?
Afinal já alguém dizia “it takes two to tango”!!
Eu gostei. Instintivamente. E depois fiquei a pensar nisso…
Associo “pares” a dançar. A danças de salão. E dançar combina na mouche com casamento (ou união de facto ou união sem facto ou whatever que o papel passado e a aliança no dedo é muito relativo, ou secundário…).
Porque um relacionamento implica ritmo. Não tem é que ser constante. Repetitivo. Nada como alternar uma fase agitada de Salsa ou Cha cha cha com o ritmo quente do Mambo, nada como alternar uma fase sedutora do Tango com uma clássica Valsa. Estão a ver a ideia? É melhor parar por aqui que como não percebo nada disto (mas gostava, ai se gostava) ainda comento uma gaffe.
Porque um relacionamento implica dois. Porque muitas vezes parece que são dois mas um já foi embora há muito tempo e outro nem deu conta. Porque muitas vezes em vez de dois estão lá é 3 e até mais e isso já passa a ser um folclore.
Porque num relacionamento há sempre um que conduz. Não tem é que ser necessariamente sempre o mesmo. Podem até conduzir em simultâneo, mas isso implica uma sintonia ainda maior. Envolve tempos afinadíssimos. Mas é bonito de se ver. E ainda mais de se fazer.
Porque num relacionamento tem que haver treino. Por muito bem que se comece ninguém pode ficar parado a pensar que já sabe tudo. Que já fez tudo. Que já viu tudo. Há sempre que evoluir. E sempre a melhorar.
Porque num relacionamento tem que haver toque. Contacto. E não estou a falar de intimidades. Estou a falar de mãos que se juntam e de olhares que se falam. Sem medos. Sem reservas.
E fico a pensar na questão das pausas. Dos intervalos. Nas danças. Que nos relacionamentos dá-me ideia que não se deve fazer isso, pois não?
Afinal já alguém dizia “it takes two to tango”!!
Notinha de rodapé: eu já tinha dito que gosto porque gosto de posts que dão origem a comentários que dão origem a posts? ;)

23 Comments:
eu acho que sim, deve haver pausas de intensidade, não significa que deixem de dançar, apenas mudam a dança...
E todos nós precisamos de intervalos, para nos virarmos para nós e termos cada vez mais vontade de dançar até ao fim...
Bom dia! (como eu madruguei hoje...) Só para dizer: "ai o que eu gostei de ler isto logo pela manhã!!!". Comento mais tarde que ainda estou em modo off.
O pior é quando falta o treino... o toque... a condução... o ritmo... pk simplesmente a sintonia perdeu-se... e a pausa não é aceite, ou simplesmente se ignora...
Retiro-me q há coisas q se resolvem a 2. Porque assim tem de ser...
Mas gostei da divagação. (se calhar não é este o termo, mas ainda não me ocorreu o outro)
Reflexão, pois tá claro. Q outra palavra havia de ser? ;)
E vou ler vezes sem conta este post e mais...vou dar a ler.
Obrigada pelo timing.
Estou como a Carla, não em modo off mas em modo slow (como adoro dançar slow's)
P.S. Gostei do "comento uma gaffe"
:)
Já tou como a Ana... granda timing...
agora vou ali ler com mais calma... pode ser q ajude ;p
Gostei - MUITO!
Flores,
dá para explicares isso melhor??? hoje estamos enigmáticas?? :P
Ana,
MEGA LOLOLOLOL
nem eu sabia q já estava a cometer a própria da gaffe. agora tb não corrijo :D
Há que ficar a ouvir a música, sem necessariamente parar ou interromper. Que isto há ritmos que cansam e novos passos a aprender.
BOA Cool!!!
registei ;)
FALADORA??????? KEM TE CONTOU AH???
VÁ CHIBA-TE LÁ!
Opá, por aqui não se dança, ou melhor, dançar dançar só a Beatriz e a ela basta-lhe qq anúncio. Talvez deva guardar isto para um dia (qd for preciso) dar ao gajo!
Beijinhos
Adorei o post! Fantástico.
Prazo da dieta até fim de Junho. Está a correr bem?
Mais acordadita...
Subscrevo as tuas deduções, a meu ver - está claro -, muito lógicas... Se existirão pausas? Intervalos? Ainda não sei... mas desconfio que sim, pelo menos quando é uma relação "eterna". Porque se nunca existirem, inevitavelmente se darão as cãibras... Agora, desconfio que essas pausas, os intervalos, tenham que ser como em tudo o resto a dois. Porque quando um quer descansar um pouco e o outro continuar a bailar dá-se então um momento de dessintonia (não gosto da palavra, mas tb não gosto do que ela representa, por isso considero aqui bem empregue).
Tita,
medo.mto medo.
Etrelinha,
uma coisa só corre bem, ou mal, depois de começar, certo?? ou não ou não...
:S :S :S
alargar prazos faz parte do teu vocabulário???
:))))
Carla,
cãibras tá bem lembrado ;)
Vim só dizer q tenho lido mas não tenho tido tempo para comentar.
(Faltas justificadas? ou estou quase, quase a chumbar?)
eheheh
;)
Venho mais tarde com mais tempo, pode ser?
Gostei muito deste post;da ligação dança/relacionamento!
Quanto a eventuais pausas ou intervalos,podes encarar no bom sentido:pausa para recomeçar outro ritmo,outros passos e recuperar o fôlego ;)
Gosto do que escreves!
bjokas ":o)
Desafiada!!! ;)
Cada par ao seu ritmo... o equilibrio é a chave! (e, porque não?)
Uau. Este post saiu-te bem.
Sim cada par tem o seu ritmo, mas a dança e a música têm de variar, umas vezes mais calmas, outras mais ritmadas. E há que aprender passos novos e tb inventá-los!
E não pode ser sempre o mesmo a conduzir!
E não é a própria vida uma dança?
Beijinhos
Luísa
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