LICENÇA DE PATERNIDADE
Li ontem numa revista que na Suécia os homens são obrigados, por lei, a gozar o mesmo tempo que as mães de licença de parto.
Ora aqui está uma coisa com a qual eu vivia muito bem!!!
Não sei quanto é que isto representa em meses, mas palpita-me que não deva ser menos que os nossos míseros 5.
Nesta matéria eu não me posso queixar de todo.
Tive o privilégio de ter o meu marido comigo 24h por dia nas 1ªs semanas de vida das minhas filhas. Foi um luxo, eu sei. Mas foi acima de tudo uma necessidade. Minha e dele. Não fazia sentido depois de 9 meses (das duas vezes atribulados, por motivos muito diferentes) em que ele me acompanhou em tudo (consultas, exames, análises, ecografias, ok ok nos enjoos eu fiquei mesmo sozinha, eheheh), que depois nos separássemos logo no momento mais importante. Foi com algum sacrifício, mas valeu a pena.
Com o regresso a casa tive também a sorte de a minha Mãe poder tirar uns dias de férias e vir ajudar na “vidinha”. O C. cozinha muito pouco (para num dizer nada, eheheheh), e não é propriamente fanático por lavar roupinha de bebé. Das duas vezes eu tive muita pressa em vir para casa (outras opções teriam sido mais “fáceis). E depois mal podia esperar por estarmos só nós. O núcleo duro. Fui habituada a esse núcleo com os meus Pais e agora construí um meu com o C. e as miúdas.
Gosto MUITO da família mas nestas ocasiões confesso que me stressam um bocadinho e só por isso gostei de morar longe e não estar constantemente a receber visitas.
Foram tempos muito complicados (tão complicados que terão de ficar para outro post, ehehehehe), mas em que a presença do Pai foi constante (se ele não podia ficar connosco, nós íamos com ele).
A presença do Pai foi inclusive o único motivo porque eu não tive uma depressão pós parto quando a L. nasceu!!!
Claro que como não vivemos na Suécia ele também teve que regressar a tempo inteiro ao trabalho (e nele isso implica muitas reuniões a centenas de kms, muitos jantares ausentes, muito tempo sozinha com as bebés). Mas aí eu já estava mais “forte”!
Na próxima acho que emigramos!!
Constatava-se no fim da entrevista que a Suécia é o único país europeu onde a natalidade está a aumentar. Pudera, não???
Ora aqui está uma coisa com a qual eu vivia muito bem!!!
Não sei quanto é que isto representa em meses, mas palpita-me que não deva ser menos que os nossos míseros 5.
Nesta matéria eu não me posso queixar de todo.
Tive o privilégio de ter o meu marido comigo 24h por dia nas 1ªs semanas de vida das minhas filhas. Foi um luxo, eu sei. Mas foi acima de tudo uma necessidade. Minha e dele. Não fazia sentido depois de 9 meses (das duas vezes atribulados, por motivos muito diferentes) em que ele me acompanhou em tudo (consultas, exames, análises, ecografias, ok ok nos enjoos eu fiquei mesmo sozinha, eheheh), que depois nos separássemos logo no momento mais importante. Foi com algum sacrifício, mas valeu a pena.
Com o regresso a casa tive também a sorte de a minha Mãe poder tirar uns dias de férias e vir ajudar na “vidinha”. O C. cozinha muito pouco (para num dizer nada, eheheheh), e não é propriamente fanático por lavar roupinha de bebé. Das duas vezes eu tive muita pressa em vir para casa (outras opções teriam sido mais “fáceis). E depois mal podia esperar por estarmos só nós. O núcleo duro. Fui habituada a esse núcleo com os meus Pais e agora construí um meu com o C. e as miúdas.
Gosto MUITO da família mas nestas ocasiões confesso que me stressam um bocadinho e só por isso gostei de morar longe e não estar constantemente a receber visitas.
Foram tempos muito complicados (tão complicados que terão de ficar para outro post, ehehehehe), mas em que a presença do Pai foi constante (se ele não podia ficar connosco, nós íamos com ele).
A presença do Pai foi inclusive o único motivo porque eu não tive uma depressão pós parto quando a L. nasceu!!!
Claro que como não vivemos na Suécia ele também teve que regressar a tempo inteiro ao trabalho (e nele isso implica muitas reuniões a centenas de kms, muitos jantares ausentes, muito tempo sozinha com as bebés). Mas aí eu já estava mais “forte”!
Na próxima acho que emigramos!!
Constatava-se no fim da entrevista que a Suécia é o único país europeu onde a natalidade está a aumentar. Pudera, não???

4 Comments:
Pois... Qd emigrares avisa... pode ser que te acompanhe ;)
psssiuuu - qual a data de nascimento da zuza piquena (da grande já sei) para actualizar os links?
Bem... mta sorte, sabes não sabes?
Eu tb não me posso queixar pq a minha mãe sempre me deu e dá mto apoio.
Qto ao outro post sobre a família tou a aguardar.
É q eu PASSEI-ME com tanta visita logo a seguir (horas) a ter o meu pequenote!
Parabéns pelo teu marido. A Suécia, qdo se quer, não está assim tão longe...
mãe frenética: registei a última frase!!! registei mm!!!
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