22-02-2003
Hoje faz 3 anos que a L. nasceu.
A vida dela absorve-me de tal maneira que entre a festa da escolinha, a festa da família e a nossa festa particular, só os 4, sobrou muito pouco tempo para recordar aquele dia.
Mas mais do que o dia, o que eu gosto mesmo de recordar é o momento em que ela nasceu. Tenho uma memória fotográfica muito razoável. Mas a imagem desse momento é a mais nítida que alguma vez o meu cérebro produziu.
Se fechar os olhos (e as vezes que tenho feito isto ao longo destes 3 anos, por puro prazer) consigo ver perfeitamente o médico a dizer “é agora” e logo depois a mostrar-ma. Lembro-me 1º das bochechinhas dela, depois do corpinho gordinho e sujo. Eu a pedir para lhe tocar (tenho uma relação tão física com elas), ele a pousar-ma no peito, eu a dar-lhe beijos e a chorar perdidamente. Choro sempre tanto quando as minhas filhas nascem!!! Lembro-me do olhar apaixonado do pai para ela, e atrapalhado para mim, a perguntar-me porque chorava (acho que é porque ele só chora quando está triste). Mas eu nunca chorei de tanta felicidade. Era (e é) tão perfeitinha. Era (e é) tão bonita!!! Também me lembro dos gritos que deu logo ali, mal nasceu. Sim, porque a minha filha nunca chorou… começou a gritar e foi desde aí foi sempre assim!!! (sinal de saúde, dizia-me o pediatra, e num é que tinha mm razão???)
Lembro-me que por pura precaução estive no recobro (é assim q se diz?) mais ou menos uma hora, e que me pareceu a mais longa da minha vida… quase morri de saudades. Parece impossível, mas ela tinha estado 9 meses cá dentro e tirarem-ma assim, custou-me tanto.
Lembro-me do reencontro e da ansiedade que tinha de a ver mamar. E lembro-me de chorar outra vez porque ela mamou sofregamente, como se toda a vida tivesse mamado (eles já nascem ensinados???). Lembro-me da parteira dizer: “temos menina, a mamar assim vai ser tudo mais fácil”. Não foi, mas isso agora não interessa mesmo nada. Digamos só que nos 4 meses que se seguiram tive muita vontade de a meter cá dentro outra vez.
Ao fim de 3 anos só consigo pensar que tenho uma “mulherzinha” em casa. Em 3 palavras: alegre, despachada e independente. Demasiado para meu gosto de mão leoa (a parte do alegre, não, como é óbvio!!!)!!!
Hoje a minha filha num quis deixar que partissem o bolo para os meninos comerem. Dizia que era o bolo dela. Pois claro até foi ela que o fez!!!
A vida dela absorve-me de tal maneira que entre a festa da escolinha, a festa da família e a nossa festa particular, só os 4, sobrou muito pouco tempo para recordar aquele dia.
Mas mais do que o dia, o que eu gosto mesmo de recordar é o momento em que ela nasceu. Tenho uma memória fotográfica muito razoável. Mas a imagem desse momento é a mais nítida que alguma vez o meu cérebro produziu.
Se fechar os olhos (e as vezes que tenho feito isto ao longo destes 3 anos, por puro prazer) consigo ver perfeitamente o médico a dizer “é agora” e logo depois a mostrar-ma. Lembro-me 1º das bochechinhas dela, depois do corpinho gordinho e sujo. Eu a pedir para lhe tocar (tenho uma relação tão física com elas), ele a pousar-ma no peito, eu a dar-lhe beijos e a chorar perdidamente. Choro sempre tanto quando as minhas filhas nascem!!! Lembro-me do olhar apaixonado do pai para ela, e atrapalhado para mim, a perguntar-me porque chorava (acho que é porque ele só chora quando está triste). Mas eu nunca chorei de tanta felicidade. Era (e é) tão perfeitinha. Era (e é) tão bonita!!! Também me lembro dos gritos que deu logo ali, mal nasceu. Sim, porque a minha filha nunca chorou… começou a gritar e foi desde aí foi sempre assim!!! (sinal de saúde, dizia-me o pediatra, e num é que tinha mm razão???)
Lembro-me que por pura precaução estive no recobro (é assim q se diz?) mais ou menos uma hora, e que me pareceu a mais longa da minha vida… quase morri de saudades. Parece impossível, mas ela tinha estado 9 meses cá dentro e tirarem-ma assim, custou-me tanto.
Lembro-me do reencontro e da ansiedade que tinha de a ver mamar. E lembro-me de chorar outra vez porque ela mamou sofregamente, como se toda a vida tivesse mamado (eles já nascem ensinados???). Lembro-me da parteira dizer: “temos menina, a mamar assim vai ser tudo mais fácil”. Não foi, mas isso agora não interessa mesmo nada. Digamos só que nos 4 meses que se seguiram tive muita vontade de a meter cá dentro outra vez.
Ao fim de 3 anos só consigo pensar que tenho uma “mulherzinha” em casa. Em 3 palavras: alegre, despachada e independente. Demasiado para meu gosto de mão leoa (a parte do alegre, não, como é óbvio!!!)!!!
Hoje a minha filha num quis deixar que partissem o bolo para os meninos comerem. Dizia que era o bolo dela. Pois claro até foi ela que o fez!!!

5 Comments:
(só agora reparei no novo blog!)
muitos parabéns à L e aos 3 anos de mãe!!!
Ora então acertei. Não podia escolher melhor dia para te fazer uma primeira visita.
PARABÉNS!
E fica-te muito bem tanta baba. A sério!
;)
Parabéns atrasados à L..
Parabéns. a ela, a ti (pela maternidade)
MUITO OBRIGADA a todas. Gostei muito de vos receber e gostava que voltassem mais vezes.
:)
Enviar um comentário
<< Home